Entrevista com o Apóstolo Afortunado Próspero: “O inferno tem medo de mim!”

Entrevista com o Apóstolo Afortunado Próspero: “O inferno tem medo de mim!”

Por Thiago Schadeck

Como já fez por duas vezes, o nosso amigo imaginário, Afortunado Próspero, nos dá aquela entrevista fictícia, mas com uma dose cavalar de situações e frases que vemos em nosso dia a dia. Acompanhe essa entrevista!

Antes de começarmos a entrevista gostaria de agradecê-lo por disponibilizar seu tempo e nos atender.

Shalom, graça e paz da parte do Eterno, o Pai de Yeshua. Que a paz reine desde Israel até a vida dos leitores do Pregando a Verdade. Profetizo uma boa leitura a vocês.

É sempre um prazer conversar com vocês. Discordo de 99% do que vocês escrevem, mas as entrevistas repercutem muito e fico um pouco mais conhecido na internet. Aliás, gostaria de ver com vocês a possibilidade de eu escrever um texto sobre as divinas revelações versus a letra fria da bíblia, que mata a fé. Vejo muita gente estudando a bíblia e perdendo a fé, agora só acreditam no que está escrito e não querem mais o novo de Deus que é entregue a mim.

O senhor tem uma auto-estima tão grande que os seus críticos o classificam como arrogante. O que o senhor pensa disso?

Na verdade, meu amigo, eles tem inveja de mim. O crítico é alguém que queria ser o que você é, sem pagar o alto preço que você pagou. Eu me valorizo mesmo, sou mais raro que o ouro puro de Ofir, Cristo morreria na cruz de novo só por mim, se fosse necessário. Eu tenho intimidade com o Eterno, sou chegado dele e Ele fala através de mim. Já convidei os críticos a fazerem excursões com suas igrejas em um de meus cultos para que possam conhecer o que é um verdadeiro homem de Deus e não esses pastores frios que só falam de biblia, esse livro retrógrado, que fora as histórias do Antigo Testamento (como Deus os fazia prosperar e os tornou trilhonários), os milagres de Jesus e dos apóstolos em Atos, pouco se aproveita.

Na sua opinião nós não precisamos mais da bíblia hoje?

Te convido a participar de uma reunião de fé na minha igreja. Você vai ver exemplo: estamos na campanha da “Sabedoria e Riquezas” e o tema é 1 Reis 3. Usamos a bíblia como tema, mas a base de nossas palestras, que odeio quando chamam de pregação – coisa mais anos 80, é o livro “Recebendo a Herança de Deus em Vida” do apóstolo Edward Franklin Jr., dos Estados Unidos. Esse livro mudou minha vida e quero que mude a das pessoas que estão conosco.

O senhor também é criticado por ter revelações que, segundo eles, vão contra aquilo que a bíblia ensina. Como o senhor vê essas críticas?

Bom, como já disse, é tudo inveja. Reclaque, como dizem os jovens. Eu tenho intimidade com Deus e ele guardou revelações para me entregar. Ele mesmo me disse isso na sétima vez que me arrebatou ao quarto céu de glória. Ele me falou assim:

“Ei meu filho em quem me comprazo, te escolhi desde sua tenra idade para que você anuncie o meu nome em todas as nações. Te farei tão grande que o seu nome será tão conhecido e glorificado quanto o meu. Terás uma glória pouco menor que a minha, mas maior que a dos anjos e igual a de Cristo, seu irmão primogênito. Apenas faça o que manda o seu coração. Eu estou contigo e preciso de você. Sem ti, minha obra é incompleta. Se eu soubesse que você seria essa bênção, te colocaria como um de meus apóstolos”.

Chega a me dar um arrepio e meus olhos marejam quando me lembro desse encontro com o Eterno. Aquele senhor idoso, de cabelos e barba bem brancos, olhos verdes, pele macia e uma bengalinha que o ajudava a caminhar apesar da dificuldade. Lindo demais. Essa imagem nunca sairá da minha mente.

Mas voltando à sua pergunta, eu fui escolhido por Deus para isso. Como o próprio Deus me disse em frente ao seu trono, eu deveria ser um apóstolo de Yeshua. O que os apóstolos faziam? Abriam igrejas, escreviam a bíblia e administravam o dinheiro dos membros que vendiam tudo e colocavam aos seus pés. Paulo era o exemplo errado de apóstolo, como já lhe disse em 2012, em nossa primeira entrevista. Ele sofreu, passou fome, naufragou, foi preso e apanhou porque tinha mente de derrotado. “Mindset” de perdedor. Falo sobre isso na minha palestra de coaching espiritual. Vocês tem que ir lá fazer uma reportagem.

O senhor disse que o próprio Deus te queria como apóstolo. Realmente o senhor se enxerga no mesmo nível dos apóstolos da bíblia?

Olha, sem querer ser pretencioso e sem falsa modéstia, mas me vejo um patamar acima. Não se assuste, vou explicar:

Qual foi o fim dos apóstolos da bíblia? Todos foram mortos, exceto João que morreu de velhice preso em um ilha. Eles viviam contando moedinhas e não sabiam rentabilizar o trabalho. Não foi uma e nem duas vezes que Paulo teve de se humilhar pedindo ofertas. Não ensinou o povo sobre a liberalidade com sua cobertura espiritual, teve de mendigar. Quanto aos demais, quando começou a dar confusão por conta da conversão dos gentios, tiveram de fazer um concílio. Desculpe a expressão, mas não tinha ninguém com aquilo roxo pra decidir? O líder tem que mandar em tudo. Ele decide e nada pode ser feito sem antes ele permitir. Quem precisa fazer colegiado é porque tem medo de se expor e não tem perfil de liderança. Falo muito sobre isso no meu livro “Líder absoluto ou divisor de poder?” em que deixo claro que quem divide o poder, perde a mão e enfraquece sua liderança. Os apóstolos dividiram a liderança não só entre eles, mas viviam colocando mais gente pra liderar as igrejas que eram plantadas. Timóteo, Tito e Apolo são exemplos disso.

Eu tive revelações muito fortes. Portanto, gostem ou não, sou maior que eles. Escrevi mais livro que todos, faço mais milagres em uma concentração de fé que todos eles juntos na vida toda, tenho revelações mais profundas que todos eles. Sou muito usado por Deus. Quando o próprio diabo usou um endemoninhado para falar que tinha medo de algum apóstolo? Comigo já aconteceu!

O inferno tem medo do senhor? Explique melhor, por favor?

Claro, gosto muito dessa história porque mostra como usando o poder de Deus da forma correta nós colocamos medo até no capeta.

Um dia, em uma reunião de libertação em que fiquei um mês chamando os endemoninhados a comparecer e desafiando o Diabo a levá-los e passar vergonha, fui decretar libertação a um jovem (esse negócio de orar é pra quem não tem fé) e quando coloquei a mão sobre sua cabeça e disse: “Satanás, aqui é o Afortunado Próspero eu te ordeno que saia dele agora”. Nesse momento ele torceu as mãos, virou os olhos e começou a falar com aquela voz de rottweiler: “Você não! Urrava ele. Nós temos medo de você no inferno. Você tem frustrado nossos planos e não podemos te vencer. Nem o filho do cara lá de cima nos incomodou tanto!”. Conversamos ainda cerca de dez minutos em que ele me contou mais algumas coisas que o inferno pensa a meu respeito. Já estou preparando um livro sobre isso.

E o senhor pode dar uma palhinha desse livro?

Posso, mas não vou entregar tudo senão as pessoas não compram, aí falta aquela graninha por whisky, digo o refrigerante do fim de semana. [Depois você edita e tira a parte do whisky. Escapou]

A bíblia diz que o Diabo treme ao ouvir a voz de um homem de Deus e que a voz profética de um justo abala o inferno. Assim como Jesus acabou com a festa no inferno quando ressucitou, nossa obrigação é tomar posse disso e acabar também. Sei que não é bem com essas palavras, mas o sentido é esse. Foi Jesus mesmo que me falou enquanto dançavamos em uma festa no céu pela conversão de uma alma. Não há o que se discutir.

Portanto, esse livro abordará histórias de meus embates com Satanás. Não o venci de um dia para o outro, tem muito trabalho, muito estudo sobre demonologia. Aprendi muito com alguns dos ex-pais de santo da Rede Globo, falei com uns cinco ou seis, mas tem bem mais que isso. Mesmo eles nunca tendo pisado no PROJAC, fizeram milhares de sacrifícios lá dentro. Não entendi bem como era isso, mas Deus manda a gente amar e não julgar. Glória a Deus pela vida deles.

Mas vou resumir bem rapidamente o enrredo do livro:

Quando entrei na igreja pela primeira vez e, no final do culto, o pastor fez o apelo, fui até a frente entregar minha vida a Jesus. Enquanto eu caminhava o pastor foi ficando estranho e tomado pelo Diabo gritou: “Você não pode passar pro lado deles, você é meu!”. Mais que depressa respondi: “Cala a boca satanás, você me perdeu, sai dele”. O problema é que o Diabo estava sendo usado por Deus e eu não sabia. O capeta pegou uma irmã no mistério e ela veio marcahando me dizer que a única chance de ele ser derrotado é que eu virasse o pastor daquela igreja. Passei de mundano a pastor em um culto e Deus tem me abençoado. Isso vai ser a introdução do livro, quero deixar claro quem me chamou para dar mais credibilidade.

Depois, em alguma momento do livro, vou contar aquela história que mencionei há pouco. Em que o Diabo, outra vez usado por Deus, falou que o inferno treme ao ouvir meu santo nome. Que desde que fui arrebatado ao inferno e orei por Satanás, tirando dele todos os poderes e perdoando seus pecados, afinal Jesus morreu pelo Diabo também, ele não consegue mais fazer maldades e está tentando converter os demais anjos caídos. Já tem até uma igrejinha começando lá no inferno. Satanás voltou a ser Lúcifer para a minha glória na eternidade.

Como disse, é só uma pincelada. Quem se interessou, compre o livro e tenha a vida transformada. Mas leia sem as lentes da religiosidade, coloque a bíblia de lado e foque no que Deus, através de mim e do Diabo, quer te ensinar.

Agradeço pela disponibilidade e paciência em ceder essa entrevista. Não preciso dizer que não concordo com nada do que o senhor disse, mas deixo os comentários à cargo dos leitores. Tentarei manter a imparcialidade.

Eu que agradeço o espaço dado e continuo orando e profetizando a sua conversão. Quem sabe um dia você vira um discípulo meu e seja salvo. Ainda te compro com meu sangue.

Eu abençoo todos os leitores com o poder que a mim é ortogado por conta da minha busca pelo Eterno e que vem através da minha intimidade com Ele. Sou um xodó dele e ele me honra. Me engulam críticos idiotas e medíocres.

Comentários no Facebook