Autor: thiagoschadeck

O cristão e a “música do mundo”

O cristão e a “música do mundo”

Por Thiago Schadeck

Poucas coisas causam tanta controvérsia no meio cristão quanto a música. Há anos que ouço a discussão acerca de se o crente pode ou não ouvir música “do mundo”, ou seja, músicas que não são cristãs. Como praticamente nasci em berço cristão, cresci ouvindo que música do mundo era do diabo e cresci aprendendo musiquinhas gospel nas salinhas da igreja.

Como cresci em uma igreja pentecostal clássica, havia muita enfase na batalha espiritual e sempre eramos ensinados que a música traz consigo um grande poder, o que não deixa de ser uma verdade. Porém, em resumo, o que ensinavam era o seguinte: se a música fala sobre Jesus (não importa em qual contexto ou se é biblicamente equivocada) você pode e deve ouvir, mas se não fala (independente da mensagem) está proibido. Se você ouvir músicas de Jesus, Deus te abençoa; se ouvir música do mundo, o diabo vai ter legalidade para destruir sua vida. Nesse contexto que passei toda minha infância, mas no início de minha adolescência, como quase sempre acontece, quis conhecer o que o mundo tinha a oferecer, no sentido musical. Claro que fazia escondido, ia para a igreja ouvindo as rádios “do mundo”no meu walkman à pilha e quando chegava lá, desligava e ia cantar músicas gospel. Isso me incomodava muito porque eu sabia que não estava de todo errado, tinha consciência de que algumas das músicas que eu ouvia não agradavam a Deus, principalmente os RAPs, mas a maioria delas tinha uma boa letra e não ofendiam a Deus.

Hoje, vinte anos depois e muito mais maduro, tenho uma visão muito bem definida e tranquila sobre a questão de música gospel x música do mundo. Vejo que a música gospel caiu e muito de qualidade. Não me refiro à qualidade de produção, pois é inegável que atingimos o nível das maiores estrelas do país. Hoje uma produção e show de música gospel não fica devendo em nada para uma produção secular, por vezes somos até melhores. O problema é que essa produção cobra um preço alto e por ser muito caro contratar profissionais capazes de executar um bom trabalho e ter equipamentos à altura do que produzimos, precisamos cada vez mais de dinheiro. De onde ele viria, se não de venda de CDs e shows lotados? Temos aqui outro ponto importante: para vender CD e lotar shows, a música deve agradar, ter aquele refrão chiquete, que te faz pensar nela o dia todo e, principalmente, que faça bem ao público e o coloque no centro da canção.

No afã de agradar o público, a bíblia vai sendo deixada de lado aos poucos e começam a ganhar espaço as músicas antropocêntricas, aquelas que são feitas para que o ouvinte se sinta valorizado. Assim surgem músicas como “Restitui”, “Sabor de Mel”, “Raridade” e etc. Que são músicas que não adoram a Deus, mas que valorizam ao extremo o homem. No caso de Restitui, por exemplo, o cantor exige que Deus devolva o que é dele – isso fica evidente quando ele diz: “Restitui, quero de volta o que é meu. Restitui e leva-me às águas tranquilas” – não se pode dizer que na primeira frase ele diz ao diabo e a segunda a Deus, como alguns insistem, pois claramente ele se dirige ao mesmo alvo. No caso de Sabor de Mel, a música é toda voltada a teologia da vingança em que Deus irá esfregar na cara das pessoas que foram contra mim o quanto eu sou importante. Vai até me colocar num palco e deixar o resto da ralé no meio da multidão me assistindo e batendo palma de como eu sou bom. Por fim, Raridade, que eu apelidei de “Xodózinhos de Jeová”, que nada mais é que uma ofensa total aos princípios bíblicos, uma adoração escrachada ao homem. Uma massagem ao ego que chega a dar náusea, lamentável. Essas são apenas algumas, tem tantas outras que poderia citar aqui, mas vou deixar para uma próxima oportunidade. Fique a vontade para citar nos comentários.

Antes de voltar a falar sobre as músicas do mundo, gostaria de te fazer algumas perguntas:

  • Você assiste a filmes que não são da temática gospel?
  • Assiste a programas de TV que não são gospel?
  • Assiste a jogos de futebol?
  • Faz passeios com sua família à shoppings ou parques?
  • Você usa a internet apenas para ver coisas que edificam?

Se sua resposta para uma ou mais questões acima foi sim, te faço a última pergunta: Isso te edifica?

Obviamente que nenhuma dessas coisas que você faz, e só me referi a atividades que não ofendem a Deus, é para te edificar ou edificar sua fé. Essas coisas servem para nos entreter, descansarmos e até unir mais a família. Nem tudo o que fazemos é para nos edificar, simples assim. Só porque não edifica é proibido por Deus? Óbvio que não!

Como lidar então com a questão da música secular?

Da mesma forma que lidamos com qualquer outra situação da vida, com bom senso!
A questão a ser analisada é se a música, seja secular ou gospel, ofende a Deus. Existem músicas do mundo que não ofendem a Deus e músicas gospel que são uma verdadeira afronta ao Senhor e sua Santidade. Logo, o problema não se a música fala de Deus ou não, mas sua mensagem. A música secular não precisa, necessariamente, edificar, mas de entreter.

Muita gente proíbe os crentes de ouvirem músicas do mundo porque ela “exercem muita influência sob nossa vida”. Isso não deixa de ser uma verdade, porém uma meia verdade. A música tem mesmo o poder de nos influenciar. É possível mudar de humor ouvindo uma música, por exemplo. Porém digo que é uma meia verdade porque não é só a música que nos influencia. Um filme, um desenho animado, o trabalho, nossas amizades, a nossa família, a igreja e tantas outras coisas também nos influenciam. Cabe a nós ter discernimento e analisar racionalmente quais são essas influências. As que são boas, retemos; as más, desprezamos.

Então, para resumir tudo o que disse aqui, posto um vídeo com o trecho de uma música gospel e uma secular. Assista e responda com toda a sinceridade qual é a melhor para um cristão se entreter.

Fique a vontade para comentar!

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BBB18 Abrirá discussão sobre aceitação do INCESTO na Globo

BBB18 Abrirá discussão sobre aceitação do INCESTO na Globo

Por Thiago Schadeck,

O BBB18 estreou essa semana e já causa polêmica. Nessa edição, para dar uma diferenciada das demais, a organização decidiu colocar uma família (pai, mãe, filha e sobrinho) para disputar duas vagas entre si. Depois de escolhidos, os dois se tornarão um, ou seja, ganham juntos ou são eliminados juntos, além de terem direito a apenas um voto para indicar alguém ao paredão.

A polemica não é pelo  fato de ter uma família competindo entre  si para ver quem continua no programa, mas por conta do relacionamento, diríamos, fora do padrão de Ayrton, o pai, com Ana Clara,a filha. Segundo pessoas que os conhecem e que se manifestaram pelas redes sociais, a Família Lima é conhecida por ter a cabeça muito aberta. Os filhos conversam abertamente sobre qualquer assunto e saem para a balada com a filha.

Nesses dois dias de BBB, o pai já deu selinho (beijo) um tanto longo (vídeo no final desse texto), fez carícias que podem ser tratadas como, no mínimo, estranhas, para não dizer sexuais e beijou a barriga da filha na piscina. O alvoroço na internet começou logo após as imagens irem ao ar. Na noite de ontem (24) a polícia esteve na casa para investigar um possível assédio sexual do pai com a filha.

Todo mundo sabe que a Globo é extremamente criteriosa na escolha dos participantes do reality, pois precisa de pessoas mais diferentes quanto for possível no grupo, isso gera intrigas e, consequentemente, ibope. Portanto não acredite que justamente essa família foi escolhida ao acaso, A Globo sabia que tinham esse perfil mais liberal e os colocou na casa para poder abir o debate sobre o incesto, ou seja, pessoas da mesma família se relacionar sexualmente. Isso não é uma informação, mas pelo modus operandi  da emissora nos últimos tempos já podemos deduzir o que acontecerá: reportagem especial no “Fantástico” e novela com incesto em um de seus núcleos. Foi assim até bem pouco tempo, quando o assunto principal de seus programas de “entretenimento”era a identidade de gênero. Na época alertei que não passava de uma forma de tentar legalizar a pedofilia (leia aqui e aqui).

A Globo está cada vez mais alinhada com a agenda progressista e #lacradora dos partidos de esquerda. Há pouco tempo, a deputada do PT (DF), Érika Kokay, autora do projeto de lei que quer garantir a cirurgia de troca de sexo para adolescentes, sem o consentimento dos pais, junto com Jean Wyllys, do PSOL (RJ), foi gravada em um discurso inflamado falando contra a família patriarcal e a necessidade de implodi-la para poder construir uma cultura baseada na anarquia e quebrar o tabu que é o incesto. Como podemos ver no vídeo abaixo:

Podem anotar, muito em breve a Globo convidará “especialistas” para tratar do assunto. Mas não se iluda pensando que serão convidadas pessoas sérias, que fazem estudos embasados em dados confiantes e que tem compromisso com a verdade cientifica. Convidarão “pesquisadores” e antropólogos, de preferência ligados ao PC do B, PSOL, PT e etc., normalmente são colunistas de sites como Mídia Ninja e Quebrando o Tabu, pastores que perderam seu compromisso com o Evangelho há tempos como Ariovaldo Ramos, Caio Fábio e Kleber Lucas, para dar um ar de que a religião também mudou com o passar do tempo e que Jesus é paz e amor, independente de como esse amor seja manifesto. E esse assunto vai durar enquanto der ibope, depois trocam por outro que ajude a movimentar a programação. Ou eles ainda estão batendo na tecla da identidade de gênero? Claro que não! O assunto vendido como extremamente urgente já se tornou ultrapassado e não atrai mais a grande massa manipulada por ela.

Se você, assim como eu, não perdeu tempo assistindo a essa porcaria, posto abaixo o vídeo para você ter uma ideia de quão baixo é o nível que a Globo está planejando para essa edição do programa. A qualidade não está boa, mas foi a única que conseguimos encontrar na internet.

Se você é um cristão comprometido com o Evangelho de verdade, não exite em banir essa porcaria de canal de sua vida. Com raríssimas exceções, não dá para assistir sua programação. Nem mesmo quando levam artistas gospel sob o pretexto de abrir espaço ao Evangelho, mas que na verdade só querem expor e ridicularizar os entrevistados.

Deus te abençoe!

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Entrevista com o Apóstolo Afortunado Próspero: “O Inferno tem medo de mim”

Entrevista com o Apóstolo Afortunado Próspero: “O Inferno tem medo de mim”

Por Thiago Schadeck

Como já fez por duas vezes, o nosso amigo imaginário, Afortunado Próspero, nos dá aquela entrevista fictícia, mas com uma dose cavalar de situações e frases que vemos em nosso dia a dia. Acompanhe essa entrevista!

Antes de começarmos a entrevista gostaria de agradecê-lo por disponibilizar seu tempo e nos atender.

Shalom, graça e paz da parte do Eterno, o Pai de Yeshua. Que a paz reine desde Israel até a vida dos leitores do Pregando a Verdade. Profetizo uma boa leitura a vocês.

É sempre um prazer conversar com vocês. Discordo de 99% do que vocês escrevem, mas as entrevistas repercutem muito e fico um pouco mais conhecido na internet. Aliás, gostaria de ver com vocês a possibilidade de eu escrever um texto sobre as divinas revelações versus a letra fria da bíblia, que mata a fé. Vejo muita gente estudando a bíblia e perdendo a fé, agora só acreditam no que está escrito e não querem mais o novo de Deus que é entregue a mim.

O senhor tem uma auto-estima tão grande que os seus críticos o classificam como arrogante. O que o senhor pensa disso?

Na verdade, meu amigo, eles tem inveja de mim. O crítico é alguém que queria ser o que você é, sem pagar o alto preço que você pagou. Eu me valorizo mesmo, sou mais raro que o ouro puro de Ofir, Cristo morreria na cruz de novo só por mim, se fosse necessário. Eu tenho intimidade com o Eterno, sou chegado dele e Ele fala através de mim. Já convidei os críticos a fazerem excursões com suas igrejas em um de meus cultos para que possam conhecer o que é um verdadeiro homem de Deus e não esses pastores frios que só falam de biblia, esse livro retrógrado, que fora as histórias do Antigo Testamento (como Deus os fazia prosperar e os tornou trilhonários), os milagres de Jesus e dos apóstolos em Atos, pouco se aproveita.

Na sua opinião nós não precisamos mais da bíblia hoje?

Te convido a participar de uma reunião de fé na minha igreja. Você vai ver exemplo: estamos na campanha da “Sabedoria e Riquezas” e o tema é 1 Reis 3. Usamos a bíblia como tema, mas a base de nossas palestras, que odeio quando chamam de pregação – coisa mais anos 80, é o livro “Recebendo a Herança de Deus em Vida” do apóstolo Edward Franklin Jr., dos Estados Unidos. Esse livro mudou minha vida e quero que mude a das pessoas que estão conosco.

O senhor também é criticado por ter revelações que, segundo eles, vão contra aquilo que a bíblia ensina. Como o senhor vê essas críticas?

Bom, como já disse, é tudo inveja. Reclaque, como dizem os jovens. Eu tenho intimidade com Deus e ele guardou revelações para me entregar. Ele mesmo me disse isso na sétima vez que me arrebatou ao quarto céu de glória. Ele me falou assim:

“Ei meu filho em quem me comprazo, te escolhi desde sua tenra idade para que você anuncie o meu nome em todas as nações. Te farei tão grande que o seu nome será tão conhecido e glorificado quanto o meu. Terás uma glória pouco menor que a minha, mas maior que a dos anjos e igual a de Cristo, seu irmão primogênito. Apenas faça o que manda o seu coração. Eu estou contigo e preciso de você. Sem ti, minha obra é incompleta. Se eu soubesse que você seria essa bênção, te colocaria como um de meus apóstolos”.

Chega a me dar um arrepio e meus olhos marejam quando me lembro desse encontro com o Eterno. Aquele senhor idoso, de cabelos e barba bem brancos, olhos verdes, pele macia e uma bengalinha que o ajudava a caminhar apesar da dificuldade. Lindo demais. Essa imagem nunca sairá da minha mente.

Mas voltando à sua pergunta, eu fui escolhido por Deus para isso. Como o próprio Deus me disse em frente ao seu trono, eu deveria ser um apóstolo de Yeshua. O que os apóstolos faziam? Abriam igrejas, escreviam a bíblia e administravam o dinheiro dos membros que vendiam tudo e colocavam aos seus pés. Paulo era o exemplo errado de apóstolo, como já lhe disse em 2012, em nossa primeira entrevista. Ele sofreu, passou fome, naufragou, foi preso e apanhou porque tinha mente de derrotado. “Mindset” de perdedor. Falo sobre isso na minha palestra de coaching espiritual. Vocês tem que ir lá fazer uma reportagem.

O senhor disse que o próprio Deus te queria como apóstolo. Realmente o senhor se enxerga no mesmo nível dos apóstolos da bíblia?

Olha, sem querer ser pretencioso e sem falsa modéstia, mas me vejo um patamar acima. Não se assuste, vou explicar:

Qual foi o fim dos apóstolos da bíblia? Todos foram mortos, exceto João que morreu de velhice preso em um ilha. Eles viviam contando moedinhas e não sabiam rentabilizar o trabalho. Não foi uma e nem duas vezes que Paulo teve de se humilhar pedindo ofertas. Não ensinou o povo sobre a liberalidade com sua cobertura espiritual, teve de mendigar. Quanto aos demais, quando começou a dar confusão por conta da conversão dos gentios, tiveram de fazer um concílio. Desculpe a expressão, mas não tinha ninguém com aquilo roxo pra decidir? O líder tem que mandar em tudo. Ele decide e nada pode ser feito sem antes ele permitir. Quem precisa fazer colegiado é porque tem medo de se expor e não tem perfil de liderança. Falo muito sobre isso no meu livro “Líder absoluto ou divisor de poder?” em que deixo claro que quem divide o poder, perde a mão e enfraquece sua liderança. Os apóstolos dividiram a liderança não só entre eles, mas viviam colocando mais gente pra liderar as igrejas que eram plantadas. Timóteo, Tito e Apolo são exemplos disso.

Eu tive revelações muito fortes. Portanto, gostem ou não, sou maior que eles. Escrevi mais livro que todos, faço mais milagres em uma concentração de fé que todos eles juntos na vida toda, tenho revelações mais profundas que todos eles. Sou muito usado por Deus. Quando o próprio diabo usou um endemoninhado para falar que tinha medo de algum apóstolo? Comigo já aconteceu!

O inferno tem medo do senhor? Explique melhor, por favor?

Claro, gosto muito dessa história porque mostra como usando o poder de Deus da forma correta nós colocamos medo até no capeta.

Um dia, em uma reunião de libertação em que fiquei um mês chamando os endemoninhados a comparecer e desafiando o Diabo a levá-los e passar vergonha, fui decretar libertação a um jovem (esse negócio de orar é pra quem não tem fé) e quando coloquei a mão sobre sua cabeça e disse: “Satanás, aqui é o Afortunado Próspero eu te ordeno que saia dele agora”. Nesse momento ele torceu as mãos, virou os olhos e começou a falar com aquela voz de rottweiler: “Você não! Urrava ele. Nós temos medo de você no inferno. Você tem frustrado nossos planos e não podemos te vencer. Nem o filho do cara lá de cima nos incomodou tanto!”. Conversamos ainda cerca de dez minutos em que ele me contou mais algumas coisas que o inferno pensa a meu respeito. Já estou preparando um livro sobre isso.

E o senhor pode dar uma palhinha desse livro?

Posso, mas não vou entregar tudo senão as pessoas não compram, aí falta aquela graninha por whisky, digo o refrigerante do fim de semana. [Depois você edita e tira a parte do whisky. Escapou]

A bíblia diz que o Diabo treme ao ouvir a voz de um homem de Deus e que a voz profética de um justo abala o inferno. Assim como Jesus acabou com a festa no inferno quando ressucitou, nossa obrigação é tomar posse disso e acabar também. Sei que não é bem com essas palavras, mas o sentido é esse. Foi Jesus mesmo que me falou enquanto dançavamos em uma festa no céu pela conversão de uma alma. Não há o que se discutir.

Portanto, esse livro abordará histórias de meus embates com Satanás. Não o venci de um dia para o outro, tem muito trabalho, muito estudo sobre demonologia. Aprendi muito com alguns dos ex-pais de santo da Rede Globo, falei com uns cinco ou seis, mas tem bem mais que isso. Mesmo eles nunca tendo pisado no PROJAC, fizeram milhares de sacrifícios lá dentro. Não entendi bem como era isso, mas Deus manda a gente amar e não julgar. Glória a Deus pela vida deles.

Mas vou resumir bem rapidamente o enrredo do livro:

Quando entrei na igreja pela primeira vez e, no final do culto, o pastor fez o apelo, fui até a frente entregar minha vida a Jesus. Enquanto eu caminhava o pastor foi ficando estranho e tomado pelo Diabo gritou: “Você não pode passar pro lado deles, você é meu!”. Mais que depressa respondi: “Cala a boca satanás, você me perdeu, sai dele”. O problema é que o Diabo estava sendo usado por Deus e eu não sabia. O capeta pegou uma irmã no mistério e ela veio marcahando me dizer que a única chance de ele ser derrotado é que eu virasse o pastor daquela igreja. Passei de mundano a pastor em um culto e Deus tem me abençoado. Isso vai ser a introdução do livro, quero deixar claro quem me chamou para dar mais credibilidade.

Depois, em alguma momento do livro, vou contar aquela história que mencionei há pouco. Em que o Diabo, outra vez usado por Deus, falou que o inferno treme ao ouvir meu santo nome. Que desde que fui arrebatado ao inferno e orei por Satanás, tirando dele todos os poderes e perdoando seus pecados, afinal Jesus morreu pelo Diabo também, ele não consegue mais fazer maldades e está tentando converter os demais anjos caídos. Já tem até uma igrejinha começando lá no inferno. Satanás voltou a ser Lúcifer para a minha glória na eternidade.

Como disse, é só uma pincelada. Quem se interessou, compre o livro e tenha a vida transformada. Mas leia sem as lentes da religiosidade, coloque a bíblia de lado e foque no que Deus, através de mim e do Diabo, quer te ensinar.

Agradeço pela disponibilidade e paciência em ceder essa entrevista. Não preciso dizer que não concordo com nada do que o senhor disse, mas deixo os comentários à cargo dos leitores. Tentarei manter a imparcialidade.

Eu que agradeço o espaço dado e continuo orando e profetizando a sua conversão. Quem sabe um dia você vira um discípulo meu e seja salvo. Ainda te compro com meu sangue.

Eu abençoo todos os leitores com o poder que a mim é ortogado por conta da minha busca pelo Eterno e que vem através da minha intimidade com Ele. Sou um xodó dele e ele me honra. Me engulam críticos idiotas e medíocres.

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O cristão e a depressão

O cristão e a depressão

Depressão em cristãos. Quem está deprimido não tem que passar por exorcismo

Por Thiago Schadeck,

Depressão é um dos males do nosso tempo. Tem acometido muitas pessoas e cada vez mais precocemente. Já existem diversas crianças com essa doença desde muito cedo, o que muitas vezes dificulta o tratamento porque acreditam que a criança é quieta por conta de sua personalidade. Normalmente ela se instala nos adultos por uma fadiga excessiva ou por conta de uma grande perda ou decepção. Muitos sequer reconhecem que estão deprimidos. O diagnóstico é dificultado pelo fato de que apesar de a depressão causar dores físicas, sua origem é na alma.

Por falta de conhecimento do assunto, muitas vezes pensamos que a depressão é apenas uma frescura ou um charme e que a pessoa não sai de casa e nem se relaciona com outras pessoas porque não quer. Mas o que é simples para alguém saudável emocionalmente pode ser um grande desafio a alguém depressivo. Isso porque a depressão suga toda a nossa vontade de viver, ela tira a nossa alegria em vivenciar as mais belas coisas da vida. O mundo fica cinza e a vontade de viver se esvai pouco a pouco.

A depressão, como qualquer outra doença, tem alguns estágios. O pior deles é o que a pessoa perde as forças para lutar e se vê no fundo do poço. Normalmente não tem ânimo de sair da cama, quer ficar o tempo todo sozinho e não gosta de ser incomodado. Nessas horas o Diabo se aproveita para sussurrar ao ouvido o quanto a pessoa é inútil e lhe dar a idéia de tirar a sua própria vida. Ela não é uma ação demoníaca, mas a pessoa fica fragilizada espiritualmente, isso porque suas esperanças, inclusive em Cristo, vão se acabando.

  • Pastores depressivos:

As pesquisas são alarmantes e apontam que cerca de 50% dos pastores sofrem com a depressão. Isso acontece principalmente porque a responsabilidade do ministério lhes suga muita energia. Pouquíssimos pastores têm o privilégio de dar uma vida boa e confortável à família apenas com a ajuda que a igreja lhe dá (quando dá). Além disso, muitos pastores tem seus empregos seculares – até para não serem pesados para a igreja – e estão, quase que diariamente, envolvidos em todas as atividades da igreja. Some-se a isso as contas da igreja, os problemas que os irmãos lhe trazem todos os dias, sua família e os cultos em que prega – normalmente mais de uma vez por semana.

o ministério é extremamente pesado e os pastores se cobram além do que deveriam, por conta disso nunca estão satisfeitos com o resultado alcançado. Eles estão sempre preocupados com aquele membro que não vem mais à igreja e nem quer saber de Deus. Ficam preocupados com o filho daquele casal que está envolvido com o crime e deixa os pais sem dormir. Está preocupado com o pai de família que ficou desempregado e corre o risco de ser despejado. Essa preocupação com fatos que vão além de seu alcance que trazem, na maioria das vezes, a depressão.

  • Como tratar a depressão?
  • Tratamento médico

Por anos os cristãos desprezaram a ajuda médica no tratamento da depressão, mas ela é de extrema importância. Claro que Deus é poderoso para curar qualquer que seja a doença, mas isso não nos isenta de procurar a ajuda especializada. Há de se ter o cuidado com o profissional escolhido, de preferência um cristão.

Interessante que desprezamos a ajuda dos médicos porque Deus pode nos curar, mas não desprezamos um professor porque Deus pode ensinar nossos filhos a ler e escrever.

  • Oração

A pessoa que está depressiva precisa ser incentivada a orar e buscar a misericórdia de Deus. Portanto, se há alguém próximo a você que sofre desse mal, ore por e com ele. Apesar de o tratamento médico ser importante, a oração ainda é a forma mais eficaz de tratar qualquer problema. O tratamento médico complementa o clamor e não o contrário.

Saiba que por vezes a oração não será bem vinda pela pessoa que atravessa a fase depressiva, respeite-a e ore sozinho, pedindo que Deus quebrante aquele coração e que o Espírito Santo o console. Existem momentos de crise em que a aproximação é dificil e falar sobre Deus fica quase impossível. Isso acontece por conta da perda de esperança que já citei.

O oração de alguém que passa por uma depressão deve ter a oração de Davi no Salmo 51:12:

“Devolve-me a alegria da tua salvação e sustenta-mecom um espírito pronto a obedecer.”

Quem passa por uma crise depressiva precisa receber a alegria da salvação, porque ela traz consigo a esperança e a certeza de que por maiores que sejam nossos problemas, Deus está conosco. Ele já nos preparou a eternidade e a nossa vitória é certa!

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Quatro dicas aos ministros de louvor

Quatro dicas aos ministros de louvor

Por Thiago Schadeck.

Ministros de louvor, vocês que comandam o período musical do culto e que tem o poder da influência e do microfone nas mãos, que tal começar o ano novo com hábitos novos?

Abaixo, listarei quatro dicas para que o momento do louvor seja ainda melhor em sua igreja!

Escolha músicas biblicamente corretas e musicalmente boas:

Não adianta ter um ritmo bom se não tiver uma sólida base bíblica. Assim como não é suficiente ter uma letra extremamente fiel às escrituras se não tiver, pelo menos, uma boa musicalidade. Resumindo: deve ser uma música boa que tenha a mensagem biblicamente fiel.

Atualmente temos uma enxurrada de músicas com produção ao nível dos melhores artistas do mundo, mas que a letra deixa a desejar até para uma criança que frequenta o “cultinho” da igreja. Letras rasas, com refrões chicletes e palavras inventadas para dar mais ritmo à melodia (são os tchereretchche gospel). Não dá pra negar que, comercialmente falando, é uma música boa e que certamente renderá um bom dinheiro, porém não é possível utilizá-la para nada senão o entretenimento.

O período de louvor do culto tem a obrigação de comunicar o evangelho de forma consistente, clara e fiel, portanto não podemos aceitar nada menos que uma pregação cantada. Simples assim.

Todas as músicas cantadas no culto devem ser compreensíveis e possíveis de serem cantadas por toda a igreja. Das crianças aos idosos; do visitante ao pastor; do tenor ao irmão mais desafinado. Cuidado com ritmos e palavras difíceis, só cantaremos com consciência se entendermos a mensagem clara da música.

Todas as músicas devem, obrigatoriamente, adorar a Deus.

Esqueça as músicas que falam o quanto a platéia é preciosa para Deus, que Deus vai esmagar seus inimigos, pare de falar em honra aos homens e etc. Busque músicas que falem da grandeza de Deus e seus atributos: seu amor que nos resgatou do pecado, sua santidade que nos constrange, sua bondade que nos mantém vivos, apesar de nossas falhas. A palavra “louvor” tem “elogio” como um de seus principais significados, ou seja, quando louvamos a Deus, estamos declarando elogios a Ele e a quem Ele é!

Deus é o centro do culto e o momento de louvor é quando entregamos a Ele a nossa adoração. Nós só podemos adorar a Deus com total consciência, se O conhecermos. Não se pode elogiar alguém que não se conhece, soaria falso.

Você está no culto e não em um show

Todo mundo sabe que você tem talento, que seu carisma é algo atraente. A igreja reconhece que, se você cantasse “no mundo”, seria um artista de sucessos, mas isso fica apenas por aí. Quando entrar pelas portas da igreja, deixe esses sentimentos lá fora e concentre-se apenas em cantar e conduzir a igreja ao verdadeiro louvor.

Ainda que você não tenha se dado conta, sua postura fala muito sobre você e sua intenção ao cantar na igreja. As performances são totalmente dispensáveis, o uso excessivo das técnicas vocais cabem bem no “The Voice”, se quer usá-las, se inscreva no programa e seja feliz. Não fique antecipando as frases da música, falando antes de cada trecho a ser cantado. Sabe quando a pessoa dita a música? “Nosso Deus”, aí a igreja canta “nosso Deus é soberano” e vem o ministro de novo: “Ele reina” e a igreja segue “Ele reina, antes da fundação do mundo”. Isso é cansativo.

Evite parar de cantar e mandar aquele famoso “só a igreja”, mas se fizer não cometa dois erros que matam o intuito de fazê-lo:

  1. Não parar de cantar: tem ministros que pedem para os músicos pararem de tocar e deixar apenas a igreja cantando e não param de cantar, porque a sua voz se sobressai nesses casos. Além disso, há casos que o ministro aproveita esse “silêncio dos instrumentos” para fazer gracejos com a voz e mostrar toda a sua técnica, a igreja não consegue acompanhar e para de cantar.
  2. Não acabar a música em seguida: normalmente os ministros fazem isso em músicas mais lentas, chamadas erroneamente de música de adoração e ao invés de terminar a música com aquele clima tranquilo, muitas vezes tocando as pessoas, deixando uma boa sensação (porque a música tem esse poder), preferem mandar o baterista “puxar de volta” e voltar ao refrão dois tons acima do original. Simplesmente jogou toda aquela boa sensação no lixo!

Não pregue! Esse não é o seu papel.

Só quem vai prrgar após uma longa ministração de louvor sabe como é anguatiante ver o tempo passar e consequentemente diminuir o espaço da pregação e o ministro de louvor, pregando entre uma música e outra ou até mesmo parar o louvor para “ministrar”. Esse não é o seu papel. Suba, cante e desça para ouvir a pregação. Simples assim.

Já entrei em alguns debates sobre isso e a resposta que recebo é que “se Deus quer falar com a igreja, eu não posso me calar’. Só se esquecem que o momento de Deus falar com a igreja é na pregação da Palavra. No momento de louvor, somos nós que estamos entregando a Deus a nossa adoração. Em uma conversa enquanto um fala, o outro escuta. Deus é ordeiro e não podemos fazer do culto uma bagunça em que fazemos o que queremos e como queremos.

O que acontece na maioria das vezes é que quem está dirigindo o louvor se empolga e acredita que é Deus falando, mas não passam de palavras vazias, quase sempre mensagens de auto ajuda e chichês gospel. No louvor, cante como se estivesse de frente para o trono de Deus, adore-O com todas as suas forças e com certeza não vai se empolgar para falar o quanto Deus é “apaixonado” ou “sente saudades” das pessoas que te assistem. No máximo, você irá se lembrar da grandeza desse Deus e exaltar seus atributos maravilhosos!

Vamos toranar nossos cultos mais racionais e com maior teor de adoração (que deve estar presente em todo o culto e não só no período de louvor). Deus irá se agradar muito mais de nossas reuniões se Ele for o centro, pois Ele não duvide sua glória com ninguém.

Deus te abençoe.

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As portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja

As portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja

As portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja

Por Thiago Schadeck

Temos sido fortemente bombardeados por ataques do inferno nos últimos dias. Não me refiro à batalha espiritual como é pregada nas igrejas neopentecostais em que o Diabo mede forças com Deus ou que anjos e demônios ficam trocando flechadas e se degladiam com espadas flamejantes. Falo sobre como estamos evidenciando, de uma forma jamais vista em nossa geração, como realmente o mundo jaz no maligno. Sei que já houve tempos de promiscuidade em que as pessoas quiseram que o pecado fosse aceito como algo normal, mas nunca com um alcance tão grande. Hoje a mídia e a internet dão voz àqueles que antes tinham pouco público. O que era regional agora é global. Um post, como esse, pode ser lido em qualquer lugar do mundo. Uma idéia que surja no mais longínquo dos países pode ser difundida ao redor do mundo todo com um clique apenas. Simples assim.

São tempos difíceis em que o casamento heterossexual é menosprezado e o homossexual valorizado. Onde pais não podem dar um tapa para corrigir o filho porque lhe traz traumas, mas pode levá-lo à uma exposição para tocar em um estranho nu. A mulher pode ser o que ela quiser, menos “bela, recatada e do lar”. Não se pode criticar políticos, a não ser que ele não concorde com a agenda gayzista feminista abortista grevista, nesse caso não só critique, mas também vomite, cuspa, urine e defeque na foto dele na avenida que é o coração financeiro do pais. Não se pode mais ter opinião própria, isso é facismo, ouça o que dizem os “artistas e intelectuais”, eles sabem o que é bom para você. Resumindo, vivemos uma inversão de valores.

Há quem queira sair do país para poder se afastar dessa casta, mas mal sabe que essa praga é mundial e não estaremos livres dela em lugar nenhum do mundo. Qual a esperança então? A promessa de Jesus: “Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela (Mateus 16:18)”

Cristo é a pedra angular de esquina que os construtores rejeitaram (1 Pedro 2:7-8). Ele é a Rocha em que a Igreja está alicerçada. Os profetas e apóstolos já lançaram o alicerce nessa Rocha (Efésios 2:20) e nem ventos ou tempestades podem abalar suas estruturas (Mateus 7:24-27). Ele é quem edifica e cuida de Sua Igreja. Ao longo dos séculos os cristãos vem sendo perseguidos e mortos, mas jamais foram abandonados por Ele. Seu Espírito é o pendão da nossa salvação. Cristo cuida de sua noiva e nunca permitiria que Satanás a destruísse. O inferno todo reunido e organizado não seria capaz de sequer causar o mínimo arranhão no corpo místico de Cristo, a saber, a Igreja. Obviamente que matam e ferem o corpo físico, mas o espiritual não. Como na história de Jó, Deus pode permitir a doença, a pobreza e o sofrimento da perda, mas jamais permitiria a sua morte. Essa história ilustra bem o cuidado de Cristo com a Igreja.

As investidas de Satanás nunca surpreenderão a Deus, tampouco lhe causarão espanto ou temor. Ele é soberano e infinitamente mais poderoso que todo o inferno. Ele tem o controle e o domínio de tudo, nada foge um milímetro sequer dos seus planos. A Igreja é mais que vencedora em Cristo, mesmo que indo como ovelha ao matadouro (Romanos 8:33-37).

Portanto, não tema! Em breve soará a trombeta e Cristo virá em glória para nos salvar e nos levar para passarmos a eternidade ao seu lado.

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A morte do cristão é a sua ida para a casa

A morte do cristão é a sua ida para a casa

Ida para as mansões celestiais

Por Thiago Schadeck

Hoje acordei com a notícia da morte de uma irmã da igreja, ela estava com um câncer no pulmão e foi acometida de um AVC. Estava internada há alguns dias e pela manhã não resistiu e faleceu.

Fiquei pensativo à respeito da morte. Apesar de ela, ainda que indiretamente, fazer parte de nossas vidas, ninguém está preparado para enfrentá-la. Não queremos que nossos entes queridos partam. O ser humano tem em si o desejo pela eternidade:

“Tudo fez formoso em seu tempo; também pôs na mente do homem a idéia da eternidade, se bem que este não possa descobrir a obra que Deus fez desde o princípio até o fim. (Eclesiastes 3:11)”

O próprio Deus colocou em nós esse desejo pela eternidade. Isso porque não fomos criados para a morte, mas para a vida. No Éden, Adão e Eva tinham vida plena, comunhão diária com o próprio Deus, mas preferiram o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, logo, preferiram a morte. O desejo de ser semelhante a Deus nos trouxe a morte, mas Deus se fazendo homem nos devolveu a vida.

Esse cenário de medo da morte muda, ou pelo menos ameniza, quando conhecemos a Deus, pois sabemos o que nos espera “do outro lado”. Sabemos que para um cristão a morte não é um fim, mas o início da verdadeira Vida. É o encontro com o Pai. Tal como na parábola do filho pródigo, estamos aqui na terra, errantes, acertando e falhando, sendo aperfeiçoados para passarmos a eternidade ao lado de Deus. Um dia o encontraremos, ele nos dará as novas vestes e haverá uma grande festa, as bodas do cordeiro. O casamento entre Cristo e a Igreja!

Hoje só temos a possibilidade da vida eterna porque Jesus morreu na cruz. Só conhecemos o Evangelho porque milhares de pessoas morreram afim de defendê-lo. Se essas pessoas não tiveram medo em colocar suas vidas como pagamento, é porque tinham certeza que algo muito melhor nos estava reservado. Dos doze apostolos de Jesus, onze morreram através do martírio e João passou seus últimos dias preso na ilha de Patmos. Ninguém suportaria tal sofrimento se não tivesse certeza que após ele viria o conforto dos braços do Pai.

O apóstolo Paulo tinha tanta certeza que havia algo maior o esperando na eternidade, que já não sabia mais se queria viver ou preferia partir a ir com Cristo:
“Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é lucro. Mas, se o viver na carne resultar para mim em fruto do meu trabalho, não sei então o que hei de escolher. Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor; todavia, por causa de vós, julgo mais necessário permanecer na carne. (Filipenses 1:21-24)

Paulo não temia a morte, pois sabia que ao findar sua vida terrena, seria recebido por Cristo na glória. Só considerava a sua vida importante para a propagação da mensagem do Evangelho. Ele estava ansioso em poder encontrar seu Salvador, aquele a quem antes perseguia, agora é a sua esperança.

Já no final de sua vida, provavelmente pouco antes de ser decaptado, Paulo escreve à Timóteo, seu filho na fé e deixa claro que sua missão aqui na terra havia acabado e tinha esperança que a coroa da glória já lhe estava reservada. A morte seria apenas um portal para o encontro glorioso com Cristo.

“Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda. (2 Timóteo 4:7-8)”

É como se Paulo estivesse prestando contas de seu ministério: tudo o que fui ordenado, fiz. Agora parto para receber a recompensa! Essa deve ser a mentalidade do cristão, tudo o que fazemos aqui está sendo visto por Deus e Ele nos recompensará no fim de tudo.

O salmista disse que “Preciosa é à vista do Senhor a morte dos seus santos. (Salmos 116:15)”, porque é a volta dos filhos à casa do Pai. É o encontro do Pai com seus filhos amados.

Para finalizar, deixo o trecho do hino “Porque Ele Vive”, que vem ecoando em minha mente:

E quando, enfim, chegar a hora em que a morte enfrentarei.
Sem medo, então, terei vitória:
Verei na Glória ao meu Jesus que vivo está.
Porque Ele vive, posso crer no amanhã.
Porque Ele vive, temor não há.
Mas eu bem sei, eu sei que a minha vida
Está nas mãos do meu Jesus, que vivo está.

Que nossa esperança esteja apenas em Cristo, o Rei da Glória!

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Por que Jesus ganhou OURO, INCENSO e MIRRA?

Por que Jesus ganhou OURO, INCENSO e MIRRA?

Por Thiago Schadeck

Nada que está escrito na Bíblia foi parar alí por acaso. Tudo tem um propósito e um significado.

Quando lemos o nascimento de Jesus narrado no Evangelho escrito por Mateus, ele nos informa que os magos trouxeram presentes ao menino. Mais que isso, ele especifica quais foram os presentes: ouro, incenso e mirra. Você já se perguntou o por quê desses presentes específicos? Eles não poderiam presentear a Jesus com outras coisas? Vamos ver o significado de cada presente:

Ouro:

Na época em que Jesus nasceu era comum que se presenteasse aos reis com ouro. Quando a Rainha de Sabá foi visitar o Rei Salomão, deu a ele mais de quatro toneladas de ouro, como podemos ver em 2 Crônicas 9:9

“E ela [rainha de Sabá] deu ao rei quatro toneladas e duzentos quilos de ouro e grande quantidade de especiarias e de pedras preciosas. Nunca se viu tantas especiarias tais como aquelas que a rainha de Sabá deu ao rei Salomão.”

Sendo assim, os magos vindos do oriente reconheceram que estavam diante de um Rei. Esse rei era muito maior que Davi, o maior rei de Israel ou que Salomão, o homem mais sábio do mundo. Ele era um Rei eterno, profetizado por Isaías!

“Ele estenderá o seu domínio, e haverá paz sem fim sobre o trono de Davi e sobre o seu reino, estabelecido e mantido com justiça e retidão, desde agora e para sempre. O zelo do Senhor dos Exércitos fará isso.” (Isaías 9:7).

Lendo o Novo Testamento vemos que Jesus não é um rei como os outros, que ficavam sentados em seu trono, no luxuoso palácio, apenas demandando aos servos o que deveria ser feito. Ele esteve entre o povo, ensinando e transformando a realidade daqueles que o acompanhavam. Seu trono foi uma cruz e a sua coroa não era de ouro, mas de espinhos afiados!

Incenso:

O incenso era uma oferta apresentada a Deus. Na construção do tabernáculo, por exemplo, Deus ordenou que Moisés fizesse um altar para oferta de incenso à Ele (Êxodo 30:1) e Arão deveria queimar incenso à Deus todas as manhãs, quando fosse apagar as luzes ou quando fosse acende-las a tarde.

“Arão queimará incenso aromático sobre o altar todas as manhãs, quando vier cuidar das lâmpadas, e também quando acendê-las ao entardecer. Será queimado incenso continuamente perante o Senhor, pelas suas gerações.” (Êxodo 30:7-8)

No Santo dos santos, o local em que apenas o sacerdote poderia entrar, uma vez ao ano, para oferecer o sacrifício pelos seus pecados e os do povo.

“Porá o incenso no fogo perante o Senhor, e a fumaça do incenso cobrirá a tampa que está acima das tábuas da aliança, a fim de que não morra.” (Levítico 16: 13)

Em apocalipse, quando Deus desacortina o tempo do fim diante dos olhos de João, o próprio Jesus o ensina sobre o novo significado do incenso sob a perspectiva do Novo Testamento.

“Logo que tomou o livro, os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo cada um deles uma harpa e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos. (João 5:8)”

Resumindo a questão do incenso, no Antigo Testamento ele era uma forma de oferta a Deus. No Novo Testamento nossa vida é uma oferta ao Senhor e a nossa oração faz o antigo papel do incenso, ela faz com que Deus nos ouça. A oração é a forma que temos para chegarmos até a Deus. Cristo é a oferta perfeita e eterna. Não há mais necessidade de sangue de animais, Jesus já derramou o seu sangue por nós.

Mirra:

A mirra é uma resina retraída de uma árvore espinhosa e que tinha uma função farmacêutica. Era muito usada em tratamentos de feridas e sangramentos por conta de seu alto teor antisséptico. Outra função atribuída a ele à época era o preparo para funerais.

Na morte de Jesus, ela estava presente na mistura que Nicodemos providenciou para cumprir a cerimônia judaica de sepultamento.

“Ele estava acompanhado de Nicodemos, aquele que antes tinha visitado Jesus à noite. Nicodemos levou cerca de trinta e quatro quilos de uma mistura de mirra e aloés. Tomando o corpo de Jesus, os dois o envolveram em faixas de linho, juntamente com as especiarias, de acordo com os costumes judaicos de sepultamento.” (João 19:39-40)

Quando os magos entregam a mirra a Jesus, ainda que não saibam, estão anunciando seu sofrimento e morte. Como já havia sido profetizado por diversas vezes no Antigo Testamento, ele sofreria por nós. Em Isaías 43 a profecia é que ele seria moído por nossas iniqüidades e ferido por nossas transgressões. Cristo sofreu e morreu por nós, para que se abrisse a nós a possibilidade de Vida Eterna!

Finalizando, os magos vindos do oriente (a bíblia não informa quantos são) não trouxeram esses presentes por acaso. Eles reconheciam em Cristo, enquanto ser humano, um Rei, Profeta e Sacerdote. E no Cristo filho de Deus, um Rei Eterno, Deus e Salvador que deu a sua vida por nós!

Feliz Natal!

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ELEIÇÕES: PASTOR, NÃO ALUGUE SEU PÚLPITO

ELEIÇÕES: PASTOR, NÃO ALUGUE SEU PÚLPITO

Lembre-se que o púlpito é um lugar de pessoas sérias, comprometidas com o Evangelho e o Reino de Deus, de onde a Palavra é anunciada e não planos de governo

Por Thiago Schadeck

Estamos a menos de um de eleições, onde os cidadãos vão novamente às urnas para escolher aqueles que o representarão na política. Logo, é de extrema importância que saibam quem irão eleger. Para isso devem investigar a fundo a vida do candidato, saber exatamente quais são as suas propostas e o principal, acompanhá-los depois para poder exigir o cumprimento do que foi dito durante a campanha.

O que mais me preocupam são os pastores que “alugam” seus púlpitos para que esses políticos façam campanhas em seus cultos. Se ainda não chegou um político em sua igreja oferecendo algum “benefício” para o templo ou para os membros em troca de uma breve saudação, certamente logo chegará. Claro que vão se apresentar como amicíssimos dos crentes, citarão versículos da bíblia e se ajoelharão aceitando Jesus (processo repetido em todas as igrejas que forem).

Isso aconteceu com a Dilma quando visitou a AD Brás, do Samuel Ferreira. Na ocasião, ela fez um discurso muito bem alinhado com o que os crentes queriam ouvir. Iniciou sua saudação declarando o Salmo de Davi afirmando que “feliz é a nação em que Deus é o Senhor”, que reconhecia a Soberania de Deus e encerrou pedindo oração ao povo, porque “a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos”. Discurso ensaiado e lido, mecânico, sem qualquer peso espiritual, mas que foi capaz de arrancar mais aplausos e gritos de glória a Deus que muitas pregações cristocêntricas. Também estava presente o Deputado Eduardo Cunha, que foi flagrado recebendo propina está preso. Dinheiro esse que as investigações apontam ter sido lavado na AD Brás, entrando como oferta da empreiteira e sendo transferido a Cunha. Interessante notar que Cunha e Dilma eram “muito amigos”, mas no processo do impeachment da presidente a história mudou bastante.

O Senador Lindbergh Farias, do agora inimigo PT, que recebeu oração do Silas Malafaia durante um dos cultos. Malafaia se defendeu das críticas dizendo que estava fazendo o que era bíblico, orando pelas autoridades constituídas e não fazendo campanha, como diziam. Lindbergh, hoje, é um dos ferrenhos defensores da esquerda e seus planos com a família, homossexualidade e aborto. Malafaia é um dos mais declarados críticos dela. Oportunismo ou inocência de ambos os lados em se juntar?

O ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, chegou a aceitar Jesus num dos controversos congressos do “Abala São Paulo”, comandado pelo Apóstolo Sérgio Lopes – que elegeu o pastor Lelis Trajano a deputado federal. Depois daquele evento, Kassab nunca mais foi visto em outra igreja evangélica. Isso prova que não foi um encontro com Cristo, mas com cristãos.

Quando morava em Sorocaba, cidade dominada pela maçonaria, um candidato a prefeito visitou a igreja que congregava. Foi recebido no púlpito como “um grande amigo da igreja”, que estava terminando a construção do templo. Por coincidência, ou não, logo após a visita do candidato (maçom declarado), a igreja recebeu a oferta dos pisos e janelas que faltavam. Isso se repete eleição após eleição. Sempre terão as igrejas que alugam seus púlpitos aos candidatos.

Agora quero me dirigir aos pastores!

Caro pastor, pelo amor que você tem a Deus e às suas ovelhas, não alugue de forma alguma o seu púlpito. Não importa qual seja o tamanho da oferta, resista! Quem supre e sustenta a obra é Deus e não esses políticos. Quantas vezes esses políticos que agora batem em sua porta o procuraram até hoje? Certeza que nenhuma. E não vão te procurar depois. Eles só querem usar a você e sua igreja. Eles não defendem o evangelho, pelo contrário, vêem nele uma chance de se promover.

Lembre-se que o púlpito é um lugar de pessoas sérias, comprometidas com o Evangelho e o Reino de Deus, de onde a palavra de Deus é anunciada e não os planos de governo. Se o senhor se presta a fazer do púlpito de sua igreja um palanque político, sinto em te dizer, mas Deus não tolera isso.

Além do mais, no artigo 24 da Lei 9.504/97 está escrito que é “vedado, a partido e candidato, receber direta ou indiretamente doação em dinheiro ou estimável em dinheiro, inclusive por meio de publicidade de qualquer espécie” de entidades beneficentes e religiosas, como limita o inciso VIII. Isso significa que é proibido fazer campanha política na igreja!

Pastor, atente-se somente ao seu chamado e não alugue seu púlpito a nenhum político, por mais honesto ou bem intencionado que ele pareça ser. Nem mesmo se ele for o membro mais antigo de sua igreja. O templo é destinado apenas para atividades que glorifiquem o nome de Deus e ceder espaço a pessoas que não estão dispostas a cumprir uma simples lei, definitivamente não é algo que exalte ao Senhor. Você pode e deve conhecer de política, ter seus candidatos bem definidos, pessoas que representem aquilo que você acredita, mas isso não significa que tenha de fazer isso na igreja. Separe sua cidadania de seu ministério.

Igrejas que lançarão candidatos:

Tenho duas considerações a fazer aos pastores de denominações que lançarão seus candidatos:

Jamais faça o voto de cabresto:

Infelizmente não é raro vermos pastores determinando em quem os membros de suas igrejas devem votar, ameaçando inclusive de punir quem não cumprir a ordem. Colocam o candidato como um Messias que salvará a humanidade.

Se você pensou em fazer isso, pastor, peço que antes responda para si mesmo essa simples pergunta: Você emitiria a esse candidato uma procuração que lhe desse plenos poderes para ser um representante seu, com acesso e transações na sua conta corrente, que pudesse te representar em contratos, assinar cheques em seu nome?

Se a resposta é não, você será desonesto incitando a sua igreja em votar nele. Melhor a consciência limpa que o dinheiro sujo!

Políticos devem ser bons para o povo e não para a igreja:

Cansei de ver pastores defendendo a eleição de um certo candidato porque ele iria conseguir o alvará para a igreja ou que isentaria as igrejas da “Lei do Psiu” (que proíbe barulho após as 22h). Temos que lembrar o simples fato de que os não crentes pagam impostos também! Isso significa que os políticos não trabalham para a igreja que o elegeu, mas para os cidadãos que pagam os impostos, e consequentemente, seu salario. Isso independe de credo, cor, sexo ou idade. Políticos são funcionários públicos e trabalham, ou deveriam, para a população.

Não vote em ninguém pensando no que ele pode fazer pela sua igreja, mas pela sua comunidade. O que ele fará pela população que utiliza serviços públicos. Não seja mesquinho e egoísta achando que a sua igreja é mais especial que as pessoas que não fazem parte dela. Deus não vê dessa forma, afinal Cristo morreu pelas pessoas e não pelas denominações!

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TESTEMUNHO CONVERSÃO E CURA DO CÂNCER – RODOLFO ABRANTES (EX-RAIMUNDOS)

TESTEMUNHO CONVERSÃO E CURA DO CÂNCER – RODOLFO ABRANTES (EX-RAIMUNDOS)

TESTEMUNHO!!! Rodolfo Abrantes conta como foi sua conversão. Você sabe que ele foi curado de um CÂNCER NO ESTÔMAGO? Diferente do que muitos pensam, a mudança não foi imediata. Ele ainda continuou fumando maconha e cigarro por algum tempo e tampouco já virou pregador e saiu por aí dando testemunho de igreja em igreja. Ele teve que crescer, se firmar e provar a mudança pra pegar o microfone e falar do que Cristo fez em sua vida.

 

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