Mês: Fevereiro 2018

Morre Billy Graham aos 99 anos

Morre Billy Graham aos 99 anos

Nesta quarta-feira (21/02) , o Reverendo Billy Graham dormiu no SENHOR em sua casa, em Montreat, Carolina do Norte, segundo Jeremy Blume, porta-voz da Associação Billy Graham.
Conhecido também por ser conselheiro espiritual de vários presidentes americanos, suas pregações alcançaram milhões pessoas seja pessoalmente, rádio e televisão; organizou as “cruzadas” evangelísticas, eventos para evangelização em massa, cujo foco geralmente declarar que “Jesus Cristo é o único caminho da Salvação. Um destes eventos ocorreu no Brasil, no Rio de Janeiro, em 1960.
Há muito tempo já vinha sofrendo de câncer, pneumonia e outras doenças, porém, elas não o impediram em continuar o bom combate e lutar pelo Reino. Depois de uma longa vida servindo ao SENHOR, o maior evangelista e pregador do nosso tempo, finalmente encontrou descanso e agora apenas aguarda o grandioso dia da vinda de Cristo para receber seu galardão.

Fontes: G1/Wikipedia

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GRANDE TRIBULAÇÃO: A Igreja passará por ela?

GRANDE TRIBULAÇÃO: A Igreja passará por ela?

Por Thiago Schadeck

A volta de Jesus e todos os eventos que a cercam já são motivos de debates desde os tempos bíblicos, porém a ideia de que os cristãos não passarão pela grande tribulação é relativamente recente, é do início do século XIX. Ela surgiu através de uma revelação que Margareth McDonald teria recebido e que foi amplamente divulgado por Edward Irving e através das bíblias de estudo de Scofield.

Fato é que os cristãos de nossa geração GOSPEL foi mimado e não aceita que devemos sofrer nesse mundo. Temos um enorme pavor com relação à isso. Esquecemos apenas que desde o início da Igreja, nossos irmãos são perseguidos e mortos por causa do nome de Jesus. Com exceção de João, que morreu em uma prisão perpétua e de Judas, que se enforcou, todos os apóstolos foram brutalmente assassinados. O Coliseu, em Roma, foi o palco de centenas de assassinatos de cristãos. Hebreus 11:37, no final da galeria dos heróis da fé, o escritor fala de homens que “Foram apedrejados, serrados, tentados, mortos ao fio da espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, desamparados, aflitos e maltratados” e completa dizendo que “dos quais o mundo não era digno”. E ao longo de toda a história cristãos tem morrido por pregar o Evangelho da Salvação.
Resumindo: em nenhuma época de nossa história os cristãos foram poupados do sofrimento para defender o Evangelho, por que conosco seria diferente?

Por conta de interpretações de trechos de textos, interpretamos erroneamente o contexto e criamos uma ideia diferente do que a Bíblia diz claramente.

Obviamente que não sou louco de negar que a volta de Jesus está mais próxima que nunca e tenho a plena certeza de que o arrebatamento da Igreja é uma realidade. A diferença para a grande maioria dos cristãos é que não creio ser secreto e nem que pessoas sumirão de uma hora para outra, isso por um motivo simples: A Bíblia não afirma que as pessoas desaparecerão, mas que todo olho verá a Cristo, em sua volta (Apocalipse 1:7).

Então quer dizer que a Igreja passará pela grande tribulação?

A resposta para essa pergunta é um sonoro SIM!

Vejamos o que o próprio JESUS fala sobre esse tenebroso período que virá sobre a face da terra:

Vou dividir em tópicos para que todos tenhamos o claro entendimento do que estamos prestes a passar, com base no que Jesus disse aos discípulos em Marcos 13:19-27 (NVI – Nova Versão Internacional):

É o período mais terrível de todos os tempos:

19 – “Porque aqueles serão dias de tribulação como nunca houve desde que Deus criou o mundo até agora, nem jamais haverá.”

O período compreendido como a grande tribulação será de uma aflição sem precedentes. Desde a fundação do mundo não houve nada tão terrível e nem haverá depois. Ao final desse período, os salvos serão levados com Cristo para o Seu Reino e os condenados serão lançados no fogo do inferno.

Deus abreviará esses dias por causa dos escolhidos:

20 – “Se o Senhor não tivesse abreviado tais dias, ninguém sobreviveria. Mas, por causa dos eleitos por ele escolhidos, ele os abreviou”.

Será um período de tanto sofrimento que se Deus não intervir nem mesmo os eleitos e escolhidos por Deus conseguiriam passar por ele. Muita gente alega que esses eleitos seriam os judeus, que seriam despertados durante a tribulação para anunciar que Jesus havia voltado e que agora só seriam salvos aqueles que não O negassem.

Porém a Bíblia é muito clara acerca de quem são os eleitos: A IGREJA!

o Apóstolo Pedro escreve suas cartas direcionadas à Igreja e não aos judeus, logo a GERAÇÃO ELEITA se trata dos cristãos:
Vocês, porém, são geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”. (1 Pedro 2:9)\

No capítulo 11 de Romanos, o Apóstolo Paulo fala sobre a escolha dos judeus para serem o povo de Deus, mas que não receberam a Cristo e a ELEIÇÃO daqueles que creram nEle, ou seja, os cristãos.
“Que dizer então? Israel não conseguiu aquilo que tanto buscava, mas os eleitos o obtiveram“. (Romanos 11:7)

Ao seu discípulo Tito, Paulo se identifica como um escolhido por Deus para levar aos ELEITOS a fé salvífica. Se fosse para levar os judeus até a Deus, não seria necessário que ele abandonasse os ensinos de Gamaliel. Ele dizia acerca dos cristãos, que seriam salvos pela pregação!
“Paulo, servo de Deus e apóstolo de Jesus Cristo para levar os eleitos de Deus à fé e ao conhecimento da verdade que conduz à piedade, fé e conhecimento que se fundamentam na esperança da vida eterna, a qual o Deus que não mente prometeu antes dos tempos eternos”. (Tito 1:1-2)

Pedro escreveu à Igreja chamando-os também de eleitos. Ele se dirigia àqueles que haviam sido dispersos pela perseguição aos cristãos. Note que ele saúda os que foram escolhidos pela obra santificadora do Espírito. Os judeus ainda buscavam a redenção através da Lei.
“Pedro, apóstolo de Jesus Cristo, aos eleitos de Deus, peregrinos dispersos no Ponto, na Galácia, na Capadócia, na província da Ásia e na Bitínia, escolhidos de acordo com a pré-conhecimento de Deus Pai, pela obra santificadora do Espírito, para a obediência a Jesus Cristo e a aspersão do seu sangue: Graça e paz lhes sejam multiplicadas”. (1 Pedro 1:1-2)

Existem ainda outros textos que referem os cristãos como os eleitos. Portanto não se pode alegar que esses eleitos seriam os judeus. Não os colocaremos aqui para o texto não ficar ainda maior, mas qualquer busca no Google é capaz de lhe aumentar o entendimento.

Nos dias da grande tribulação, os falsos Cristos e falsos profetas farão milagres mirabolantes:

Jesus é, mais uma vez, categórico ao informar que os eleitos, como já vimos acima, a Igreja, não pode ser enganada. Portanto, mesmo estando em meio à grande tribulação, Deus não nos abandonará, Ele mesmo cuida de nós.
Os falsos cristos e falsos profetas farão milagres tão maravilhosos que os escolhidos podem chegar a crer que aquilo seja realmente algo enviado da parte de Deus. Convenhamos que com o nível dos cristãos que temos hoje, que creem em qualquer charlatão que se diz profeta, não seria difícil para o falso profeta enganá-los. Por isso que Cristo não deixa que os seus eleitos se percam, para que o seu coração enganoso não lhe traia e faça crer nos milagres realizados pelo Diabo.

21 – “Se, então, alguém lhes disser: ‘Vejam, aqui está o Cristo! ’ ou: ‘Vejam, ali está ele! ’, não acreditem. 22 – Pois aparecerão falsos cristos e falsos profetas que realizarão sinais e maravilhas para, se possível, enganar os eleitos. 23 – Por isso, fiquem atentos: avisei-os de tudo antecipadamente”.

Jesus volta após a grande tribulação

A volta de Jesus acontecerá nos dias após a grande tribulação, quando todas as profecias cessarem e tudo já estiver cumprido.

24 – “Mas naqueles dias, após aquela tribulação, ‘o sol escurecerá e a lua não dará a sua luz; 25 – as estrelas cairão do céu e os poderes celestes serão abalados’.

A volta de Jesus é visível

A Igreja, em grande parte, tem acreditado no arrebatamento pré-tribulacionista e secreto. Como vimos nos versículos anteriores, Jesus diz que a igreja passará pela tribulação, logo, o arrebatamento é pós-tribulacionista. Da mesma forma, o arrebatamento não é secreto, Jesus será visto por todos aqueles que estiverem vivos. O soar da trombeta, escrito por Paulo aos Coríntios e aos Tessalonicenses, é o sinal da volta de Cristo e o arrebatamento visível da Igreja. Ele virá com aqueles que já morreram e levará consigo os que estiverem vivos.

26 – “Então se verá o Filho do homem vindo nas nuvens com grande poder e glória.

Os eleitos serão arrebatados no final dos tempos

Como já vimos até aqui, os eleitos estão guardados por Deus para perseverarem em sua fé até o fim da tribulação. ele abreviará os dias para que os seus não se percam e guardará as suas mentes para que não creiam nos milagres do anticristo. O grand finale será os anjos reunindo os eleitos, a Igreja, de todos os cantos da terra, para o glorioso encontro com o nosso Senhor nos ares, de onde partiremos para o descanso eterno!
27 – E ele enviará os seus anjos e reunirá os seus eleitos dos quatro ventos, dos confins da terra até os confins do céu.

Conclusão:

Creio que tenha ficado claro que cremos na volta de Jesus para nos buscar, todavia, não será antes que a Igreja seja provada na grande tribulação e tampouco será uma volta secreta. Jesus virá em poder e grande glória para que todos o vejam. Esse período não será de sete anos como alguns creem, por conta das setenta semanas de Daniel, ele será abreviado por conta dos eleitos, a Igreja. Poderá durar anos, como também pode ser questão de dias. Deus é quem sabe!

Se você tem dúvidas ou não concorda com algum ponto do texto, fique a vontade para comentar. Será um prazer crescer contigo no conhecimento. Vamos conversar!

Que Deus te abençoe!

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O cristão e a “música do mundo”

O cristão e a “música do mundo”

Por Thiago Schadeck

Poucas coisas causam tanta controvérsia no meio cristão quanto a música. Há anos que ouço a discussão acerca de se o crente pode ou não ouvir música “do mundo”, ou seja, músicas que não são cristãs. Como praticamente nasci em berço cristão, cresci ouvindo que música do mundo era do diabo e cresci aprendendo musiquinhas gospel nas salinhas da igreja.

Como cresci em uma igreja pentecostal clássica, havia muita enfase na batalha espiritual e sempre eramos ensinados que a música traz consigo um grande poder, o que não deixa de ser uma verdade. Porém, em resumo, o que ensinavam era o seguinte: se a música fala sobre Jesus (não importa em qual contexto ou se é biblicamente equivocada) você pode e deve ouvir, mas se não fala (independente da mensagem) está proibido. Se você ouvir músicas de Jesus, Deus te abençoa; se ouvir música do mundo, o diabo vai ter legalidade para destruir sua vida. Nesse contexto que passei toda minha infância, mas no início de minha adolescência, como quase sempre acontece, quis conhecer o que o mundo tinha a oferecer, no sentido musical. Claro que fazia escondido, ia para a igreja ouvindo as rádios “do mundo”no meu walkman à pilha e quando chegava lá, desligava e ia cantar músicas gospel. Isso me incomodava muito porque eu sabia que não estava de todo errado, tinha consciência de que algumas das músicas que eu ouvia não agradavam a Deus, principalmente os RAPs, mas a maioria delas tinha uma boa letra e não ofendiam a Deus.

Hoje, vinte anos depois e muito mais maduro, tenho uma visão muito bem definida e tranquila sobre a questão de música gospel x música do mundo. Vejo que a música gospel caiu e muito de qualidade. Não me refiro à qualidade de produção, pois é inegável que atingimos o nível das maiores estrelas do país. Hoje uma produção e show de música gospel não fica devendo em nada para uma produção secular, por vezes somos até melhores. O problema é que essa produção cobra um preço alto e por ser muito caro contratar profissionais capazes de executar um bom trabalho e ter equipamentos à altura do que produzimos, precisamos cada vez mais de dinheiro. De onde ele viria, se não de venda de CDs e shows lotados? Temos aqui outro ponto importante: para vender CD e lotar shows, a música deve agradar, ter aquele refrão chiquete, que te faz pensar nela o dia todo e, principalmente, que faça bem ao público e o coloque no centro da canção.

No afã de agradar o público, a bíblia vai sendo deixada de lado aos poucos e começam a ganhar espaço as músicas antropocêntricas, aquelas que são feitas para que o ouvinte se sinta valorizado. Assim surgem músicas como “Restitui”, “Sabor de Mel”, “Raridade” e etc. Que são músicas que não adoram a Deus, mas que valorizam ao extremo o homem. No caso de Restitui, por exemplo, o cantor exige que Deus devolva o que é dele – isso fica evidente quando ele diz: “Restitui, quero de volta o que é meu. Restitui e leva-me às águas tranquilas” – não se pode dizer que na primeira frase ele diz ao diabo e a segunda a Deus, como alguns insistem, pois claramente ele se dirige ao mesmo alvo. No caso de Sabor de Mel, a música é toda voltada a teologia da vingança em que Deus irá esfregar na cara das pessoas que foram contra mim o quanto eu sou importante. Vai até me colocar num palco e deixar o resto da ralé no meio da multidão me assistindo e batendo palma de como eu sou bom. Por fim, Raridade, que eu apelidei de “Xodózinhos de Jeová”, que nada mais é que uma ofensa total aos princípios bíblicos, uma adoração escrachada ao homem. Uma massagem ao ego que chega a dar náusea, lamentável. Essas são apenas algumas, tem tantas outras que poderia citar aqui, mas vou deixar para uma próxima oportunidade. Fique a vontade para citar nos comentários.

Antes de voltar a falar sobre as músicas do mundo, gostaria de te fazer algumas perguntas:

  • Você assiste a filmes que não são da temática gospel?
  • Assiste a programas de TV que não são gospel?
  • Assiste a jogos de futebol?
  • Faz passeios com sua família à shoppings ou parques?
  • Você usa a internet apenas para ver coisas que edificam?

Se sua resposta para uma ou mais questões acima foi sim, te faço a última pergunta: Isso te edifica?

Obviamente que nenhuma dessas coisas que você faz, e só me referi a atividades que não ofendem a Deus, é para te edificar ou edificar sua fé. Essas coisas servem para nos entreter, descansarmos e até unir mais a família. Nem tudo o que fazemos é para nos edificar, simples assim. Só porque não edifica é proibido por Deus? Óbvio que não!

Como lidar então com a questão da música secular?

Da mesma forma que lidamos com qualquer outra situação da vida, com bom senso!
A questão a ser analisada é se a música, seja secular ou gospel, ofende a Deus. Existem músicas do mundo que não ofendem a Deus e músicas gospel que são uma verdadeira afronta ao Senhor e sua Santidade. Logo, o problema não se a música fala de Deus ou não, mas sua mensagem. A música secular não precisa, necessariamente, edificar, mas de entreter.

Muita gente proíbe os crentes de ouvirem músicas do mundo porque ela “exercem muita influência sob nossa vida”. Isso não deixa de ser uma verdade, porém uma meia verdade. A música tem mesmo o poder de nos influenciar. É possível mudar de humor ouvindo uma música, por exemplo. Porém digo que é uma meia verdade porque não é só a música que nos influencia. Um filme, um desenho animado, o trabalho, nossas amizades, a nossa família, a igreja e tantas outras coisas também nos influenciam. Cabe a nós ter discernimento e analisar racionalmente quais são essas influências. As que são boas, retemos; as más, desprezamos.

Então, para resumir tudo o que disse aqui, posto um vídeo com o trecho de uma música gospel e uma secular. Assista e responda com toda a sinceridade qual é a melhor para um cristão se entreter.

Fique a vontade para comentar!

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