Mês: Março 2016

Minha decepção com a Teologia da Missão Integral

Minha decepção com a Teologia da Missão Integral

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Por Thiago Schadeck

Talvez você nunca tenha ouvido falar sobre a TMI, ou Teologia da Missão Integral, braço evangélico da teologia da Libertação – ainda que alguns discordem – que nos últimos anos foi um refúgio para aqueles que estavam desiludidos com igrejas, principalmente os que foram explorados e encontraram na TMI o extremo inverso ao cenário que participavam até bem pouco tempo. O problema está exatamente aí: extremos. Se de um lado há uma igreja opressora e que quer a qualquer custo implantar seu reino nessa terra, do outro lado tem a TMI querendo sinalizar um reino espiritual que, em seus discursos, funciona perfeitamente, mas que na prática não é tão harmônico assim.
Quando conheci alguns dos expoentes da TMI fiquei bastante feliz, pois se de um lado o neopentecostalismo falava em dar tudo o que tem para a igreja, do outro tinha a TMI falando de justiça e igualdade, em dividir o pão com os necessitados. Apesar de por vezes perceber que havia um certo esquerdismo em algumas pregações, achava irrelevante, visto que no geral ela era boa. Conforme o tempo foi passando e fui conversando com pessoas que tiveram contato com alguns defensores da TMI e fiquei sabendo de coisas que vão totalmente contra aquilo que eles dizem defender. Como alguém que critica os mercadores do templo cobra R$ 60 MIL de uma prefeitura do interior para dar uma palestra sobre protestantismo? Fora isso, pastores que se aproveitam da fraqueza das irmãs para levá-las para a cama, falsa modéstia, ostentação com roupas de piedade e etc.
Agora a TMI se revelou de vez lançando o tal manifesto contra o “golpe” no governo. Tiveram coragem de defender o governo mais incompetente e corrupto da história e ainda por cima criticar o juiz Sérgio Moro, que comanda a operação Lava-Jato. Criticam a forma como as investigações são conduzidas, mas em momento algum declaram a inocência dos acusados, pois há provas mais que suficientes para condená-los. Segundo eles, as investigações têm sido tendenciosas e com o intuito de derrubar a Dilma. Esquecem apenas que eles estão investigando as fraudes na Petrobrás, falida pelo PT. Defender essa corja é ir contra a justiça e o bem comum, já que toda a nação sofre. E como sofre!!!

Ouvi que um dos que assinaram o manifesto deu sinais de arrependimento. Tomara que isso seja mesmo uma realidade e que os demais pastores que assinaram percebem o seu erro e como prestaram um desserviço ao reino, defendendo aqueles que roubam os que a TMI supostamente defende.

Minha oração é que sejam despertados e deixem de transformar igrejas em ONG’s e mensagem do Evangelho em um discurso Marxista travestido de boas novas. Como bem disse um deles: “Corpo sem alma é defunto e alma sem corpo é fantasma”, que essa frase se torne uma verdade em suas vidas e ao invés de alimentar o corpo, dividindo o pão, venha com isso a mensagem salvadora do Cristo de Deus.

Que Deus tenha misericórdia e não haja grandes danos à igreja por conta desses posicionamentos. Que a Igreja se mantenha firme contra a corrupção, seja ela de esquerda, direita, cento ou eclesiástica.

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O Jesus da Páscoa

O Jesus da Páscoa

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Por Thiago Schadeck,

Estamos nos aproximando da páscoa e consequentemente volta à baila o assunto da morte e ressurreição de Cristo. É a oportunidade de anunciarmos ao mundo que Cristo, nosso Salvador, se entregou por nós, morreu na cruz do Calvário e , vertendo seu sangue puro, nos salvou. O problema é que muitos crentes, com anos e anos de igreja, não sabem explicar sequer as implicações básicas da morte de Cristo.

A páscoa para os cristãos evangélicos não é anual como para os demais, nossa páscoa é mensal, representada na ceia. Nosso cordeiro pascal, Cristo (João 1:29) tira o pecado do mundo, foi morto antes da fundação do mundo (Apocalipse 13:8), e que voltará para buscar a Sua Igreja (Apocalipse 3:11 e 22:12). A ceia é muito mais que um “teatro” sobre a última reunião de Cristo com seus discípulos, ela é a o anuncio da morte salvífica de Cristo e a esperança de Sua iminente volta.

Cristo é o Cordeiro imaculado (1 Pedro 1:19-20) que em um único e perfeito sacrifício  (Hebreus 10:12) pagou a nossa dívida e cravou na cruz, anulando assim toda escrita que nos era contrária (Colossenses 2:14), despojou os principados e potestades, triunfando em si mesmo (Colossenses 2:15).

Quando Jesus ressucita, ao terceiro dia, ele anuncia sua vitória sobre a morte e o inferno (Apocalipse 1:18), agora nada mais pode nos separar do amor de Deus em Cristo (Romanos 8:38-39). Deus nos comprou pelo sangue de Jesus vertido na cruz (1 Corintios 6:20) e, por Cristo, temos paz com Deus.

Graças ao nosso Senhor, crucificado e morto, mas ressurreto ao terceiro dia, temos a esperança da salvação eterna. O sepulcro está vazio e Cristo reina em Sua glória!

Que Deus nos abençoe!

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