Mês: agosto 2015

Você já orou pela Dilma hoje?

Você já orou pela Dilma hoje?

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Por Thiago Schadeck

Graça e paz da parte de Cristo.

Talvez você estranhe o título desse texto, pois estamos enfrentando o pior escândalo de corrupção da história de nosso país e, ao que vem sendo provado, tudo orquestrado pelo PT, o partido da Presidente. Enfrentamos uma das piores crises financeiras de nossa historia. Postos de trabalho tem sido fechados, a indústria está deixando de produzir e o comércio vende a cada dia menos. O PIB para esse ano está projetado a quase zero, ou seja, pela expectativa dos especialistas o Brasil não terá crescimento. O aumento da inflação é outro problema que afeta a todos,  nosso dinheiro vale menos dia após dia. O que comprávamos com R$ 5,00 há dez anos, hoje gastamos R$ 20,00. Com a alta do dolar, que chegou a valores que não chegava há mais de dez anos, o Real desvaloriza ainda mais e nosso poder de compra cai.
Resumindo, nosso país está afundado em um caos. Estamos pagando a conta por fatores externos e internos do governo. Temos, infelizmente, o governo mais corrupto da história e que deve ser investigado. Quem tiver cometido qualquer irregularidade deve ser punido e pagar pelo crime, seja de qual partido for. Sabemos que a corrupção está irraigada na cultura do brasileiro. Fazemos “gato” na TV a cabo, estacionamos em locais proibidos, damos um “trocado” para o guarda não nos multar, sonegamos os Imposto de Renda e se estivéssemos no lugar dos políticos, com raras exceções, roubaríamos também.
Vejo muitos cristãos, inclusive pastores influentes, falam muito mais de política em suas redes sociais e blogs que de Deus. Analisei o twiter de um desses pastores, que está no ar há mais de 30 anos, e dos últimas 60 mensagens publicadas, 49 eram falando mal do PT, 5 pedindo contribuição para seus projetos sociais, 2 divulgando seu canal no Youtube e 4 falando sobre Deus. Nem 10% das mensagens eram falando sobre o Deus a quem servimos. Nem o dízimo das mensagens!
Isso me preocupa muito, porque muitos desses críticos na verdade querem mesmo o poder e não a melhora do país, visto que usam sua influência para ganhar mais poder político e não para anunciar o Reino de Cristo. Não sou contra as críticas à Dilma, eu também as faço e estou entre os insatisfeitos com o seu governo. Não votei nela em nenhum dos dois mandatos e não me arrependo disso.
A questão que quero levantar aqui é quem tem mais poder para mudar um país: um político  (seja quem for) ou Deus?
A igreja tem colocado muita esperança em políticos da oposição, principalmente no Aécio Neves, e tem deixado de clamar por uma intervenção divina. Ninguém tem poder para mudar uma nação senão o Senhor! Ele quem governa todas as coisas e tem todo o poder para mudar o que deve ser mudado.
Falta à nossa igreja a vontade por buscar a Deus e pedir que ele intervenha e nos ajude.

Se eu cerrar o céu de modo que não haja chuva, ou se ordenar aos gafanhotos que consumam a terra, ou se enviar a peste entre o meu povo; e se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei do céu, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra. (2 Crônicas 7:13-14)

Lembrando que a necessidade de orar pelos nossos governantes não é uma ideia minha, mas uma instrução do apóstolo Paulo. Se vamos seguir ou não está à nosso critério.

Exorto, pois, antes de tudo que se façam súplicas, orações, intercessões, e ações de graças por todos os homens, pelos reis, e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranqüila e sossegada, em toda a piedade e honestidade. (1 Timóteo 2:1-2)

Talvez seja da vontade de Deus que a presidente Dilma saia do cargo e outro governe em seu lugar, assim como Saul foi substituído por Davi. Mas pode ser também que a vontade dEle seja que ela chegue o fim de seu mandato. Vamos buscá-lO e clamar que Ele nos ajude a suportar o que há de vir, com ou sem a Dilma.

Que Deus nos abençoe!

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Pastor, não aguento mais apanhar do meu marido!

Pastor, não aguento mais apanhar do meu marido!

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Por Thiago Schadeck

Após o culto de domingo, uma irmã pede para ter uma conversa particular com o pastor, que a convida a ir até seu escritório. Chegando no gabinete pastoral, a irmã começa a chorar e desabafar:
– Pastor, eu quero me separar do meu marido! Não aguento mais apanhar e ser xingada na frente dos meus filhos. Eatou apanhando todos os dias há dez anos e não aguento mais!
– Irmã, fique calma – pediu o pastor – vamos pensar o que a Bíblia diz a esse respeito.
– Ela diz – continuou o pastor – que aqueles que são humilhados hoje, logo serão exaltados. Diz  também que o homem é o cabeça da mulher e que ela deve lhe ser submissa para agradar a Deus e o apóstolo Paulo diz que a mulher garanhá o marido em silêncio, ou seja, apanhe quieta, não fale nada, assim ele verá a diferença em você. Aleluia!
– Mas pastor, como vou aceitar ele dando tapa na minha cara e me tratando como uma qualquer na frente dos meus filhos? – Retrucou a irmã.
– Varoa, Jesus disse que aqueles a quem Deus uniu, que não separe o homem. Você quer viver em maldição e ir para o inferno por ter se separado dele? Paulo diz que nossa tribulação aqui é leve e momentânea, não precisa de desespero.
– Olha irmã,  Deus está me mostrando você muito feliz entrando pelas portas da igreja com seu marido restaurado e servindo a Deus. Não temas, Ele é contigo.
– Pastor, eu creio que Deus pode mudar ele, mas pela justiça brasileira eu deveria denunciar esses abusos e manter ele longe de mim.
– Desculpe irmã, mas a senhora não tem fé. Nunca leu Hebreus que diz que o Senhor é a nossa justiça? Você confia ou não em Deus?
– Confio, pastor. Vou fazer o que o senhor está dizendo – disse a irmã despedindo-se.

Ao chegar em casa encontrou o marido totalmente bêbado e agressivo, como sempre. Ela entrou quieta, mas ele a puxou pelos cabelos e começou a socá-la. Lembrando do que o pastor havia dito, ela não esboçou qualquer reação e deixou que ele a espancasse sem qualquer problema. Ela ficou irreconhecível, foi a pior surra de sua vida, não conseguia se mexer, estirada ali no chão.
Quando seu filho chegou e a viu caída e ensanguentada buscou ajuda para socorrê-las, mas já era tarde demais,  uma hemorragia interna já havia levado sua vida. A irmã morreu após algumas horas de internação.
No velório o pastor pediu que todos prestassem atenção no seu pequeno sermão.
– Irmãos, essa era uma irmã muito querida, frequenteme nos cultos e trabalhos da igreja e que infelizmente não conseguiu vencer essa batalha. Foi da vontade de Deus que essas coisas acontecessem para que Ele pudesse recolhe-la.
– Ei pastor – disse um jovem, amigo do filho da irmã – você pode explicar, por favor, como Deus se agrada em ver uma familia com dois adolescentes órfãos de mãe e com o pai preso por tê-la matado?
O pastor saiu e deixou a pergunta no ar. Lembrou-se dos conselhos que havia lhe dado e pensou que poderia ter mudado o fim trágico dessa história.

Reflita sempre antes de dar conselhos a alguém e lembre-se que a Biblia não é um amontoado de versículos soltos para você ficar juntando ao seu bel-prazer.

Que Deus nos abençoe e dê sabedoria!

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Lições do dono de um restaurante à igreja

Lições do dono de um restaurante à igreja

Por Thiago Schadeck

José era o dono de um pequeno e simples restaurante em seu bairro. Ele tirava daquele pequeno estabelecimento o sustento de sua família, que também trabalhava no pequeno comércio. Maria, sua esposa, era a cozinheira. Muito caprichosa e decicada, ela fazia questão de cozinhar como se fosse servir aos amigos que viessem lhe visitar em casa, a comida tinha aquele sabor caseiro, diferente dos outros restaurantes da região, maiores, mas com a comida, claramente, industrializada. Ana, sua filha, era responsável pelo caixa. Atendia a todos os clientes com um sorriso, muito atenciosa e sempre dava umas balinhas como cortesia. Todos gostavam dela por conta de seu alto astral e a alegria que ela transmitia. Era impossível ter contato com a Ana e não se alegrar, ainda que o dia estivesse péssimo.
José, por sua vez, era o responsável pela maior parte das tarefas. Ele havia começado com o negócio há quinze anos e sabia gerenciá-lo muito bem. Comprava os ingredientes todos os dias, o que passava a confiança de que era tudo fresquinho, ele sabia escolher o melhor e conhecia a forma que sua esposa gostava dos ingredientes. Os poucos clientes eram mais que meros fregueses, eram amigos. José sempre os recebia na porta e os acomodava em suas mesas, sabia de seus gostos e pedia para Maria servi-los da forma que gostavam. Alguns puxavam uma cadeira e pediam que José se sentasse com eles para bater um papo, desabafar e até pedir conselhos, ele era muito bem visto. No final das refeições, José sempre vinha com um café quente para servir aos seus fregueses. Não era qualquer café, era o café torrado e moído na hora pela dona Maria. Era divino!
Certo dia um artista famoso, levado por um amigo, foi conhecer o pequeno restaurante do José. Depois de provar de uma deliciosa feijoada e um café nunca experimentado por ele. Tenho que falar desse lugar aos meus amigos – disse o artista. E foi o que aconteceu, na semana seguinte, ele voltou com alguns outros amigos, todos famosos, claro. Um programa de fofoca descobriu que eles estariam no restaurante do José e foram cobrir o encontro. Fotos e mais fotos sendo tiradas e compartilhadas nas redes sociais.
O movimento do restaurante aumentou em uma semana o que não havia crescido em dez anos. Apenas por curiosidade das pessoas em conhecer aquele lugar em que os famosos freuqentavam. E assim a cada dia o movimento aumentava. José ficou feliz, pois era a primeira vez, desde que abriu o restaurante, que podia pensar em se aposentar.
Como o número de clientes aumentou muito, agora só atendiam quem tivesse feito reserva. José não tinha mais tempo de ficar jogando conversa fora, tinha muita gente para atender e quase njnca sobrava uma cadeira vazia para que ele sentasse. Com aquela quantidade de novos clientes era impossível ele saber o gosto da pessoa e muito menos montar um prato que atendesse a vontade do cliente, até mesmo porque agora, além da Maria, tinham mais seis pessoas trabalhando na cozinha. Cada uma com uma função diferente e não só isso, mas com temperos e formas de cozinhar também. A cozinha do restaurante virou uma espécie de linha de montagem, que no final resultava em um prato tão industrializado quanto o de qualquer fast-food do shopping. Aqueles clientes amigos, que há anos freuqentavam o restaurante, foram se afastando até cessarem de vez suas visitas aquele lugar, antes tão agradável e agora desconhecido. Não dava para acreditar que era o mesmo lugar.
Quando o restaurante deixou de ser moda, José percebeu o quanto esse crescimento foi ruim para seu restaurante e chegou à algumas conclusões, que podemos perfeitamente aplicar à igreja. Confira:

  • Quando o restaurante era pequeno, José podia dar atenção aos clientes.

  • Antes de o restaurante crescer, era conhecido pela comida boa, que se destacava entre as demais, pelo cuidado na escolha, amor no preparo e o sabor de uma comida caseira.

  • Todos os que eram felizes e dedicados quando tinham pouco movimento ficaram sobrecarregados e mudaram seus hábitos depois do “sucesso”.

  • Como o crescimento repentino do restaurante, José não teve tempo para treinar os novos garçons, cozinheiros, caixas e recepcionistas. Eles não sabiam qual era a filosofia de trabalho, a historia de José e do restaurante e nem mesmo o quanto de trabalho foi empenhado para aquele restaurante permanecer aberto por tanto tempo.

Lições para a igreja:

  • Como no restaurante pequeno José tinha mais tempo de conversar e atender bem os  clientes, na igreja pequena – sou a favor de a igreja crescer, explico no final – o pastor também tem mais tempo e acesso aos membros.

  • Muitas igrejas crescem rápido como o restaurante do José e perdem a palavra saborosa. Agora o alimento que sai do púlpito é cheio de agrotóxicos, não é  mais puro e nem saboroso. Alimenta o ego e engorda os desejos carnais, mas a alma continua desnutrida e anêmica.

  • Igreja que cresce do dia para a noite tem problemas. O pastor não consegue discipular aqueles que chegam e, por precisar de ajuda, coloca pessoas despreparadas para trabalhar. Pessoas com visões e confissões de fé diferentes, novos convertidos que mal conhecem o Deus a quem servem e assim por diante.

Não sou contra uma igreja crescer,  pelo contrário, mas ela deve crescer porque a palavra penetrou ao coração e a pessoa foi convencida de que Cristo é o Senhor. Um crescimento repentino, baseado em estratégias ou propaganda não tem sustentação e, normalmente, essas igrejas se dividem.

Oremos para que Deus dê sabedoria aos pastores e que eles entendam a ajam conforme a Sua vontade.

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