Mês: julho 2015

Quantas almas você já ganhou para Jesus?

Quantas almas você já ganhou para Jesus?

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Por Thiago Schadeck

A paz do Senhor!

Quem já questionou a conduta de algum pastor ou cantor famoso já ouviu a pergunta: “quantas almas você já ganhou para Jesus?”. Isso acontece porque há dois erros na mente de muitos crentes que os fazem pensar que estão “ganhando almas”, quando na verdade não estão.

Terminei de pregar e muitas vidas aceitaram a Jesus. Ganhei muitas almas!

Quem nunca ouviu esse discurso, principalmente no meio pentecostal? Não sou contra o convite para que as pessoas entreguem suas vidas a Cristo, mas não se pode considerar que isso seja ter ganho aquelas almas. Por dois motivos básicos:

• Supõe-se que o pregador foi usado pelo Espírito Santo.

Logo, se o que o pregador disse, o fez porque o Espírito Santo o inspirou a isso. Sendo assim, o mérito tem de ser dado totalmente a Deus. Caso contrário, que o pregador assuma que sua pregação é carnal, porém convincente.
Convenhamos que isso tem acontecido muito em nossos dias. Pregadores que na verdade são bons oradores e que conseguem emocionar seus ouvintes com discursos tristes e emotivos, mas que não tem nada de Bíblia ou de Deus na conversa. São carnais e gananciosos. Não querem apenas o dinheiro do cachê disfarçado de oferta, querem também a glória que deveria ser somente de Deus.
Muitos, ainda assim, insistem em dizer: “ah, mas ele está ganhando almas pro Reino”. É mesmo? Então vamos colocar qualquer um no púlpito de nossas igrejas, já que, nessa visão, um discurso bem feito tem a mesma ação do Espírito Santo. E mais, se não importa a situação do pregador e o que vale mesmo é o resultado, tenho uma sugestão. Chame em sua igreja um Mulçumano para falar de devoção à Deus, um Espírita para falar de fé e boas obras e um Budista para falar de reverência no templo. Pronto! Já tem pauta para, pelo menos,  três cultos. Lembre-se que o que vale é o resultado.

• Levantar a mão e ir lá na frente receber/fazer a oração de entrega não significa ser salvo

Levantar a mão e ir à frente entregar a vida a Cristo pode ser um primeiro passo, mas não um fim em si mesmo. Puxe pela memória quantas pessoas tiveram essa atitude e nunca mais deram as caras na igreja? Estão da mesma forma ou até piores que quando fizeram a oração de entrega. Isso porque na verdade não se converteram, mas se empolgaram por um momento.
A verdadeira conversão vem com o discipulado através da Palavra que liberta do pecado (João 8:32 e 36).

Ganhar almas é a função do Espírito Santo e não nossa.

Jesus nos ordenou a irmos pelo mundo e pregando o Evangelho porque àqueles que cressem seriam salvo (Marcos 16:15). Nos ordenou tambem a fazer discipulos e os ensinar a guardar tudo o que Cristo nos ensinou (Mateus 28:19).
A nossa função é anunciar o Evangelho da graça e a salvação eterna, a do Espírito Santo é chamar aqueles que Ele quiser ao arrependimento. O próprio Jesus disse que o Espírito Santo é quem convenceria a pessoa do pecado, da justiça e do juízo (João 16:8). Ele é o consolador, Ele quem leva a pessoa ao arrependimento. Isso implica em mudança completa de caráter.
Uma pessoa que diz ter sido transformada pelo Espírito Santo e contunua tendo as mesmas atitudes mundanas na verdade está mentindo para si mesma. Dizem que conhecem a Deus, mas são condenados pelas suas obras (Tito 1:16). Desta forma, podemos dizer que essa pessoa é uma frequentadora de igreja e não salvos.
Se Deus não salvar, vã é nossa pregação!

Que Deus te abençoe!

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O que aconteceu com a igreja?

O que aconteceu com a igreja?

ia_colossenses2_15-fundoNão sei se estou na contramão de tudo ou se a igreja perdeu o rumo de onde está indo; não consigo realmente entender como o povo que “se diz” de JESUS parece estar vendado para a realidade como nunca antes. Alguns chegam ao ponto de defender o pecado como se DEUS fosse descer do céu e fazer o pecador ser totalmente transformado diante dos seus olhos e, usam o altar como um palco de leilão: Quem der mais será o mais abençoado, ou, aquele que oferecer mais leva JESUS pra casa!

A cada dia que passa fico triste (e muito chateado) com a forma que estão tratando o evangelho de Cristo. Estão usando ele de uma forma discarada pra obter bens, iludir o povo com coisas que nem na bíblia está e nisto, o povo acaba caminhando pra uma realidade que simplesmente não condiz com o verdadeiro evangelho. Aquela renúncia do mundo, o sacríficio pessoal de fazer seus jejuns e orações para com DEUS foi deixado de lado pra limitar as bênçãos dEle em envelopes, toalhinhas, óleos e por aí vai. Como resultado, as igrejas estão ficando realmente lotadas, mas de pessoas totalmente vazias! Cada vez que passo em frente à uma igreja hoje, me sinto passando em frente uma casa de leilão, ou em um lugar onde todos caminham em filas vendados, sem saberem pra onde estão indo, atrás de um líder que também não faz a mínima idéia de pra onde que está caminhando. Se o próprio JESUS disse “Do que vale ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?”, porque a igreja hoje busca o mundo deixando de lado o reino de DEUS, quando Ele deveria ser o principal e, assim, as outras (eu disse, outras) coisas seriam acrescentadas?

Infelizmente a verdade acabou sendo distorcida e as doutrinas modernas ensinam que o povo tenha uma vida confortável, quando JESUS disse o oposto: “Aquele que quiser vir após mim, negue-se a sí mesmo, tome tua cruz e siga-me!” Pena que ninguém quer uma cruz pesada sobre seus ombros, com farpas entrando em sua carne e uma coroa de espinhos espremendo sua cabeça à ponto de fazer sangrar; e ainda tomar pedradas pelo caminho, ser cuspido e criticado por renunciar à sí mesmo para viver a vontade de DEUS. Será que nesta história de falar a verdade, o errado sou eu? Será que sou o único que não se conforma com a forma de como estão pregando o evangelho, quando ele contém toda a verdade e o caminho de salvação para a humanidade? Sem perceber, a igreja hoje age como Judas agiu: Vendendo JESUS em troca de algumas moedas! Moedas estas que garantem o bem-estar de quem leva este “evangelho” pelos altares afora, em diferentes partes do Brasil e do mundo por diferentes denominações. Enquanto as igrejas (templos) buscam o seu espaço diante do mundo, a igreja (eu e você) assiste uma heresia tão grande tomar conta do espaço em que deveria somente prevalecer a presença de DEUS.

O mundo hoje não quer mais seguir uma igreja ou qualquer tipo de denominação que se diz falar de JESUS por causa do modo que o evangelho foi envergonhado ao longo dos anos. Hoje a missão é pregar pra quem está dentro dos templos devidos os mesmos estarem “acomodados” no seu evangelho moderno, cheio de bens e comodidade. O JESUS da cruz virou mais uma história e a Sua vida uma parte de um livro. O que esperar da igreja atual se ela nega à JESUS todos os dias buscando seus próprios interesses? Difícil acreditar, mas, estamos diante de uma noiva que não faz idéia de quem seja o seu próprio noivo.

Por Cristão Inconformado.

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O poder da oração

O poder da oração

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Por Thiago Schadeck

Graça e paz!

A maioria das pessoas professa uma fé e diz que ora ou reza. Sabemos que no Brasil, de acordo com o senso do IBGE em 2010, temos cerca de cinquenta milhões de evangélicos, ou seja, 25% da população, aproximadamente, se diz cristão protestante. Acontece que, mesmo com uma fatia tão grande da população dizendo crer em Cristo e na Bíblia, as coisas em nosso país vão de mal a pior.
A oração deveria ser um instrumento poderoso de mudança nesse quadro, mas a igreja brasileira ora pouco. Claro que não estou generalizando, mas constatando um fato. Os evangélicos, em geral, não conseguem orar por mais que dois ou três minutos que já faltam assuntos. Nossas orações são egoístas,  oramos pelo nosso trabalho, nossa família, nossos bens, nossa igreja e acabou. Raramente oramos pelos missionários que estão em países onde a pregação é proibida ou pelos detentos, que estão sendo instigados a sairem da prisão piores que entraram. E quando aos governantes então, fazemos orações amaldiçoadoras. Pedimos que Deus pese a mão sem dó em nossos críticos, assim eles vão aprender a não tocar no ungido.
Enfim, o que poderia ser uma arma, se tornou um brinquedo, quase inofensivo, nas mãos dos crentes.
Não seguimos o conselho de Jesus, para nos retirarmos em secreto e orarmos (Mateus 6:5-6), mas fazemos exatamente o que ele repreendeu, queremos orar em público, no meio do culto lotado de domingo. Talvez essa seja a chave pelo fracasso espititual da igreja evangélica brasileira. Muita vontade de orar no púlpito e nenhuma de orar em casa.
Cansei de ouvir que “O Brasil é do Senhor Jesus”, mas só vemos o país indo por água abaixo. Os índices de corrupção, violência, desrespeito, gravidez e alcoolismo na adolescência só crescem a cada dia. A igreja brasileira se especializou em “profetizar e declarar”, mas desaprendeu a orar e clamar.
Nós tambem não estamos isentos de responsabilidade. Não devemos orar e cruzar os braços. Ao contrário, temos de arregaçar as mangas e sair ao encontro daqueles que necessitam. Quantas pessoas não terão nenhuma refeição hoje, enquanto nós teremos três ou quatro? Quantas pessoas estão pensando em tirar a própria vida, enquanto nós ficamos fazendo congressos para encher nossas igrejas? Até quando vamos nos omitir?
Devemos orar não até Deus nos ouvir, mas até nós O ouvirmos e sermos transformados por Ele. A oração constante nos torna dependentes de Deus e nos faz mais parecidos com Ele.
Oração é uma conversa com Deus, assim como conversamos com um amigo. Usamos essa conversa para contar nossas aflições e alegrias, nossos medos e esperanças. Oração é o momento de desabafar e contar a Deus os nossos planos. Sem formalidades, palavras rebuscadas ou tentativas de impressionar. Deus já conhece nosso coração.

Como ouvi certa vez numa pregação do Ed René Kivitz: “Quem manipula poder espititual é bruxo”. Nós que conhecemos a Deus, oramos e clamamos por sua misericórdia.

Se a igreja aprender a orar e agir da forma que Deus deseja, quem sabe teremos um grande avivamento como alguns que ocorreram na história.

Que Deus te abençoe.

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5 lições a aprendermos com o caso Thalles

5 lições a aprendermos com o caso Thalles

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Por Thiago Schadeck

A paz do Senhor!

Com toda essa polêmica acerca das declarações, no mínimo infelizes, do Thalles Roberto, a Igreja deve aprender algo. Se analisarmos a situação de forma imparcial, podemos identificar erros graves que poderiam ser evitados na formação do caráter de cristão do Thalles.
Abaixo vou listar algumas lições que devemos aprender para evitar que esse problema se repita com outros artistas.

1 – Ascensão ministerial meteórica
Basta um famoso “se converter” que já tem portas e mais portas abertas e fácil acesso aos púlpitos para contar seu testemunho. Se o famoso entrega a vida a Cristo na sexta, no domindo já pode escolher em qual igreja vai dar o testemunho. Na minha visão bíblica, por mais famoso que alguém for, depois de entregar a vida a Cristo deve ser discipulado, conhecer a Bíblia e só depois de realmente convertido, sair para dar seu testemunho.
Infelizmente no afã de encher suas igrejas, muitos pastores entregam suas igrejas nas mãos de neófitos que, na maioria das vezes, falam um monte de besteiras e ninguém se importa, querem ver o “poder de Deus”.

2 – Falta de senso crítico
Líderes mal intencionados incutiram na mente dos crentes que não podemos julgar a ninguém e em hipótese alguma. Se fizermos uma análise, ainda que superficial, sobre as músicas que cantamos em nossos cultos, comparando-as com a Bíblia, vamos ver que muitos dos nossos “louvores” exaltam ao homem e não a Deus.
Está na hora de a igreja acordar e começar a comparar o que ouve, seja em músicas, seja em pregação, com a Bíblia e se não houver concordância, fiquemos com a Bíblia e não com o cantor ou pregador. Unção verdadeira é aquela que consegue transmitir a graça de Deus dando a glória somente a Ele.

3- Buscar crescimento em vez de emoção.
Grande parte dos crentes acredita que a presença de Deus e a ação do Espírito Santo se caracterizam por sensações, choros e arrepios. Isso na verdade é a vontade da carne, que quer crer em Deus através de coisas palpáveis.
A verdadeira ação do Espírito Santo produz frutos (Gálatas 5:22) e traz transformação de caráter e atitudes. Como pode alguém se dizer convertido e continuar extorquindo os irmãos?

4- Pastoreio mais presente
Tudo o que acontece na igreja é de responsabilidade do pastor. Se ele não sabe lidar com suas ovelhas e discipliná-las a andar com Cristo é porque sua influência está fraca demais para atrair as pessoas.
No caso dos artistas, as coisas pioram muito. Alguém acha que as besteiras que o Thalles falou vieram à sua mente só no momento que falava? Claro que não. Isso são coisas que ele já vem pensando e alimentando há tempos. É um conceito egoísta de si mesmo. Se isso aconteceu é porque houve uma falha grave em seu pastoreio. Se o seu pastor o tivesse contido e mostrado o quanto ele estava se perdendo no caminho, isso seria evitado.
Duas coisas me causam estranheza: o pai do Thalles é pastor, mas pelo visto isso não fez diferença e André Valadão, um dos pastores da Igreja Batista da Lagoinha, igreja que o Thalles é membro, publicou em seu Facebook que os cantores que estavam se manifestando contra as declarações do Thalles estavam sofrendo de coitadismo. Nitidamente, todos passam a mão em sua cabeça.

5 – Abandonar a idolatria
Todas as vezes que um pastor ou cantor famoso é criticado aparecem os fãs rangendo os dentes para defendê-los a qualquer custo. Não se importam se seu ídolo está certo ou não, querem manter sua imagem limpa.
Esses fãs exaltados, via de regra, dizem que não se pode julgar, que eles são homens de Deus, ungidos, que o que ele faz da vida dele é problema dele com Deus. Nem sei quantos xingamentos, inclusive com palavrões já recebi nos comentários aqui do blog.
O mais interessante é que não usam a Bíblia para defender os seus ídolos, deve ser porque como Deus falou ao próprio Thalles, que os jovens que o seguem não lêem a Bíblia.
Deus também teria falado ao Thalles que os seus fãs o amam e veneram, sendo assim, até Deus está preocupado com essa idolatria e falta de leitura bíblica.

Está na hora de voltarmos à adoração, abandonando os shows. Analisarmos aquilo que cantamos, supostamente a Deus e buscarmos um conhecimento mais profundo acerca da Bíblia. Enquanto negligenciarmos a correção e se for o caso, até o boicote a esses cantores e pregadores – se não se arrependerem e mudarem  – essa festa do caqui vai continuar e ainda vamos ter muita festa da carne disfarçada de culto.

Que Deus te abençoe.

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Carta do Apostolo Paulo aos Teólogos Brasileiros

Carta do Apostolo Paulo aos Teólogos Brasileiros

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Por Thiago Schadeck.

Imaginem se o Apóstolo Paulo visse a situação dos teologos brasileiros e escrevesse uma carta a eles. Creio que a conversa seria mais ou menos como a abaixo:

1- Graça e paz da parte de Cristo à vós, teologos do Brasil.
2- Soube através de alguns dos seus que há muita dissensão entre vós e que quando se reunem causam mais mal que bem ao Reino.
3- Uns, por seguirem o pensamento de Calvino atacam os que seguem as ideias de Armino e vice versa. Outros atacam a ambos porque acham que a missão integral é que deve reger os caminhos da igreja,
4- também soube que alguns dos pentecostais que defendem que estudar a Bíblia nos deixa frios e outros dentre os neopentecostais que tiraram a Bíblia do povo.
5- Acaso algum de vocês pode dizer que teve uma revelação nova da Escritura? Algum de seus mestres tem poder para salvá-los?
6- Por causa desse radicalismo vosso há muita gente esquecendo de Cristo e matanto por seus mestres.
7- Vós criticais os mulçumanos pela sua postura radical em sua religiosidade e os imitam.
8- Vós acusais os católicos por sua conduta idolatra, mas alimentam vossos idolos.
9- A maioria de seus materiais são produzidos para assegurar que a vossa visão será passada corretamente, mas pouco fazem pelo Reino.
11- Rogo-vos, que sejais humildes e que façais tudo para a glória de Deus e não de vossos mestres. Eles são para vós referências, contudo, Cristo é o varão perfeito.
12- Ajudai aos pobres em vossas necessidades, mas anunciai a eles a salvação eterna em Cristo. De nada adianta fazer um e negligenciar o outro.
13- Usai os seus congressos e cultos afim de glorificar a Deus em vossa carne e não o contrário.
14- Fazei discípulos de Cristo e não de vós mesmos ou de vossos ídolos. Sejais maduros na fé e não somente no conhecimento da letra.
15- Espero visitá-los em breve e pela Graça de Deus, edificá-los e orientá-los,
16- Mas enquanto não é possível, estejais atentos a toda a Palavra de Cristo e pratiquem-a.
17- Eu, Paulo, continuarei orando por vós e clamando que o Senhor lhes ilumine.

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Thalles anuncia sua saída do gospel e diz “Eu sou acima da média no gospel”

Thalles anuncia sua saída do gospel e diz “Eu sou acima da média no gospel”

Por Thiago Schadeck

Graça e paz!

Antes de ler o texto, por favor, assista ai vídeo com a declaração do Thalles
http://vimeo.com/133832980

Essa semana tivemos a notícia, do vídeo acima, que o Thalles recebeu a revelação, ou chamado, de Deus para cantar fora da igreja, ou seja, voltar a cantar no mundão.
Há tempos eu venho cantando essa bola. A arrogância e prepotência do Thalles sempre demonstraram que seu ministério era egocêntrico e que sua conversão não foi capaz de transformar seu caráter.

Quero destacar algumas frases do Thalles no vídeo e que você tire suas próprias conclusões:

“O cachê do Thalles é o mais alto e as prefeituras pagam”
Ele deveria ter vergonha de falar uma coisa dessas. No Brasil as prefeituras prestam serviços desumanos ao povo, pessoas não tem onde morar, pessoas morrem em filas de hospitais por falta de equipamentos e o cidadão se gaba pelo governo lhe pagar o cachê mais alto? Faça-me o favor!

Na conversa (maluca) dele com Deus ele diz: “Senhor, mas eu sou acima da média” e na mente (maluca) do Thalles, Deus lhe responde: “Você está acima de média no meio de gente fraca”
É tanta arrogância que nem dá para falar muita coisa. Simplesmente que Thalles está perdido.

“Música gospel é tudo igual, qualquer um escreve e faz”
Aqui temos um ponto em que concordamos. Dificilmente a música gospel foge de temas como: conquistas, vitórias, água, chuva, fogo e honra. Concordo também que qualquer um, inclusive o Thalles faz. Por isso a qualidade da musica gospel vai de mal a pior. Por isso a música gospel cria ídolos em vez de referências.
Agora, músicas cristãs são totalmente diferentes disso ai. Como o Thalles nasceu na igreja, talvez ele conheça Luiz de Carvalho, Feliciano do Amaral, Grupo Logos, MILAD, Vencedores por Cristo, Grupo Elo, Denise Cerqueira, Grupo Êxodo, Resgate entre outros que hoje nem estão nos holofotes, mas seus louvores bíblicos e cristocentricos são cantados nas igrejas há mais de 30 anos. Detalhe: nenhum desses enriqueceu às custas do ministério.

“E vocês ficam cantando coisas para dentro (igreja)”
É exatamente ai que está o problema, Thalles, cantores gananciosos como você, cantam para a igreja, fazem músicas para a igreja, adoram para a igreja. Se no lugar de pensar na igreja, vocês pensassem em Deus, tenho certeza que a qualidade das músicas subiria muito.

“A música é mais poderosa que as palavras”
É Thalles, afinal Jesus pregava cantando e o Evangelho chegou até nós atraves da música. Você está certíssimo!
Ainda esqueceu de um detalhe: ouvimos a pregação uma vez (exceto quando é gravada e podemos ouvir mais vezes), mas as músicas ouvimos à exaustão, milhares de vezes. Acho que isso explica porque memorizamos mais a musica que a pregação. Até porque os artistas pagam para as rádios tocarem suas músicas.

“Mas a igreja me segura, ela me impede”
Traduzido: meu público está aqui. Não posso perder esses consumidores.

“Mas Deus me disse: Thalles, tudo o que você podia fazer por eles você já fez”
Thalles, por favor, ae se coloque em seu lugar. Você é tão pecador e dependente da graça de Deus como qualquer outro comedor de arroz e feijão. Não tente passar a impressão de que você abandonando o gospel a igreja vai ser lançada à própria sorte. Deus cuida de Sua igreja e, por vezes, tira o joio do meio de seu trigo. Saul foi rejeitado por Deus, Salomão terminou sua vida reinando sem a aprovação de Deus, Lucifer era um querubim ungido.

Segundo ele, Deus disse: “Só você faz o que você faz, do jeito que você faz”
Eu imagino Deus olhando lá do seu sublime trono e aplaudindo ao Thalles e dizendo aos anjos: olhem, ai está alguém bom de verdade. Ele inovou o evangelho, está sendo melhor que Jesus. Claro que isso não acontece. Deus não se alegra em usarem o seu nome em vão e nem em colocarem em sua boca palavras que ele nunca disse.

“Eles te amam, te veneram”
Se sabendo disso o Thalles não faz nada para mudar é porque gosta de ser venerado. Isso alimenta seu ego. Falar mal do Thalles é pior que falar de Jesus, se levanta uma legião de defensores, cheios de ódio e sem nenhuma base bíblica para defendê-lo.

Se você acha a atitude do Thalles correta, te faço uma pergunta: quando tiver um show do Thalles na sua cidade, naquela balada conhecida, cheia de artistas seculares, você vai fazer caravana com os jovens da sua igreja para vê-lo?

Que Deus te abençoe e oremos para que o Thalles mostre frutos de arrependimento e conversão.

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O Deus-homem x o homem-deus

O Deus-homem x o homem-deus

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Por Thiago Schadeck

Graça e Paz da parte de Cristo!

Quero propor uma reflexão: estamos imitando o Deus-homem ou o homem-deus?
Baseado em Filipenses 2:6-11, vamos meditar se seguimos o exemplo de Cristo ou dos super-crentes.

O Deus-homem mesmo tendo todo o poder, abriu mão e não arrogou a si o título de Senhor.
O homem-deus mesmo sendo pecador e necessitado da Graça, se acha no direito de ser tratado como senhor.

O Deus-homem se esvaziou e tomou a forma de servo, se fazendo semelhante aos homens.
O homem-deus se enche de sua vangloria e toma servos para si. Quer fazer-se semelhante a Deus.

O Deus-homem enquanto esteve nessa terra foi obediente em tudo, inclusive aceitando o sofrimento de uma morte terrível na cruz.
O homem-deus não aceita o sofrimento. Ele determina o que e como deve acontecer. Acredita que suas ordens descabidas têm poder no mundo espititual e que Deus atenderá seus caprichos.

O Deus-homem foi exaltado por Deus, o Pai, de tal forma que não há nome maior ou mais poderoso que o Dele.
O homem-deus não tem o nome no livro da Vida e por isso, no último dia, vai tentar argumentar que expulsou demônios, fez milagres, pregou e, ainda assim, vai ouvir que no céu o seu nome não é conhecido.

No último dia, diante do Deus-homem,  se dobrarão todos os joelhos dos que estão no céu, na terra e debaixo da terra.
Hoje, diante do homem-deus, alguns joelhos se dobram e isso será cobrado um dia, no juízo final.

Toda a língua confessará que o Deus-homem é o Senhor para a glória de Deus Pai.
O homem-deus instiga as pessoas a contarem testemunhos de quão poderoso ele é, fazendo-o Senhor para sua glória própria.

Existe uma diferença enorme entre imitar a Cristo e imitar aos líderes egocêntricos. Existem sim, homens dignos de serem nossas referências de fé ainda hoje, mas antes de imitá-los, devemos julgar se eles imitam a Cristo.

Que Deus te abençoe!

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O Deus-homem versus o homem-deus

O Deus-homem versus o homem-deus

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Por Thiago Schadeck

Graça e Paz da parte de Cristo!

Quero propor uma reflexão: estamos imitando o Deus-homem ou o homem-deus?
Baseado em Filipenses 2:6-11, vamos meditar se seguimos o exemplo de Cristo ou dos super-crentes.

O Deus-homem mesmo tendo todo o poder, abriu mão e não arrogou a si o título de Senhor.
O homem-deus mesmo sendo pecador e necessitado da Graça, se acha no direito de ser tratado como senhor.

O Deus-homem se esvaziou e tomou a forma de servo, se fazendo semelhante aos homens.
O homem-deus se enche de sua vangloria e toma servos para si. Quer fazer-se semelhante a Deus.

O Deus-homem enquanto esteve nessa terra foi obediente em tudo, inclusive aceitando o sofrimento de uma morte terrível na cruz.
O homem-deus não aceita o sofrimento. Ele determina o que e como deve acontecer. Acredita que suas ordens descabidas têm poder no mundo espititual e que Deus atenderá seus caprichos.

O Deus-homem foi exaltado por Deus, o Pai, de tal forma que não há nome maior ou mais poderoso que o Dele.
O homem-deus não tem o nome no livro da Vida e por isso, no último dia, vai tentar argumentar que expulsou demônios, fez milagres, pregou e, ainda assim, vai ouvir que no céu o seu nome não é conhecido.

No último dia, diante do Deus-homem,  se dobrarão todos os joelhos dos que estão no céu, na terra e debaixo da terra.
Hoje, diante do homem-deus, alguns joelhos se dobram e isso será cobrado um dia, no juízo final.

Toda a língua confessará que o Deus-homem é o Senhor para a glória de Deus Pai.
O homem-deus instiga as pessoas a contarem testemunhos de quão poderoso ele é, fazendo-o Senhor para sua glória própria.

Existe uma diferença enorme entre imitar a Cristo e imitar aos líderes egocêntricos. Existem sim, homens dignos de serem nossas referências de fé ainda hoje, mas antes de imitá-los, devemos julgar se eles imitam a Cristo.

Que Deus te abençoe!

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A INJUSTIÇA NOSSA DE CADA DIA

A INJUSTIÇA NOSSA DE CADA DIA

Dois-pesos

Por Renato Santiago

Paz de Cristo a todos!

É com o coração angustiado que escrevo este texto. Uma das coisas que mais me causam tristeza é a injustiça, seja ela na área que for. O mundo é injusto, o Brasil é um país injusto, a ‘justiça social” tão prometida por políticos gananciosos nos discursos em véspera de eleição é simplesmente uma utopia. A justiça penal da lei praticamente não existe também, vemos o crescimento da corrupção e da violência no mesmo ritmo da impunidade.

Mas não se trata desse tipo de justiça, quero falar sobre nossa justiça própria, no meio cristão.

Ao recorrermos à Biblia, um dos textos mais conhecidos acerca da palavra justiça é o de Isaías 64:6 “Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades como um vento nos arrebatam.”

Esse texto leva muitos a pensar que todo “ato de justiça” nosso é como trapos imundos aos olhos de Deus. Aliás, no versículo anterior, Isaías 64.5, Isaías declara: “Vens ajudar aqueles que praticam a justiça com alegria, que se lembram de ti e dos teus caminhos”. Não é impossível o povo de Deus praticar atos de justiça que agradam a Deus. Mas John Piper explica:

“Às vezes as pessoas são descuidadas e falam de forma negligente sobre toda a justiça humana, como se não houvesse nada que agradasse a Deus. Muitas vezes elas citam Isaías 64.6 que diz que nossa justiça é como ‘trapo de imundícia’. É verdadeiro – gloriosamente verdadeiro – que ninguém do povo de Deus, antes ou depois da cruz, seria aceito pelo Deus imaculadamente santo se a justiça perfeita de Cristo não nos fosse imputada (Romanos 5.19; 1 Coríntios 1.30; 2 Coríntios 5.21). Mas isso não quer dizer que Deus não produza nessas pessoas ‘justificadas’ (antes e depois da cruz) uma justiça experiencial que não é ‘trapo de imundícia’. Ao contrário, ele o faz; e essa justiça é preciosa a Deus e é exigida, não comofundamento da justificação (que é a justiça de Cristo somente) mas como evidência de sermos filhos verdadeiramente justificados de Deus”.

Ou seja, nós como servos de Deus, lavados e remidos pelo sangue do cordeiro, precisamos aprender a praticar a justiça, seja nas menores coisas, ou nas grandes, e que não seja por falta de exemplos na Bíblia.

Vejamos as palavras de Jesus aos religiosos da época, que se aplica muito bem aos dias atuais:

Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, e tendes omitido o que há de mais importante na lei, a saber, a justiça, a misericórdia e a fé; estas coisas, porém, devíeis fazer, sem omitir aquelas.”. Mt 23:23.

Não se parece com o que vimos hoje? Quantas pessoas se preocupam mais com suas obrigações religiosas do que em exercer sua fé através de atos de misericórdia e justiça? Quantos já passaram sua vida inteira sendo “dizimistas fiéis” e nunca compraram um pão de sal para uma criança de rua, jamais doaram 2,00 a uma instituição de caridade ou algo do tipo.

Somos hipócritas, egoístas, desprovidos de amor ao próximo, insensíveis e consequentemente injustos. Usamos dois pesos e duas medidas, fazemos vistas grossas, não nos importamos com o sofrimento alheio, não choramos com os que choram. Conheço cristãos que tem duas formas de pensar sobre o pecado alheio. Vou dar um exemplo: Se uma pessoa de seu círculo de amizades ou de sua família descamba por exemplo para o adultério, a reação é a seguinte: “essa pessoa precisa de apoio, não vamos julgar, vamos ajudar.” Ok.

Em contrapartida, se essa pessoa fica sabendo do pecado de alguém que não faz parte de sua panelinha (mesmo que esteja lutando contra uma fraqueza), a dureza de coração e a religiosidade falam mais alto, aí vem: “Tá vendo? Depois fala que é crente! Essa pessoa precisa se converter!!”

Conseguem ver a diferença? É parecido com um ditado que diz: “Aos amigos tudo, aos inimigos os rigores da lei.”

Precisamos aprender muito com Jesus, precisamos rever nossos conceitos sobre o que é ser cristão, sempre fui adepto de que atitudes falam mais que palavras. Que Jesus mude nosso coração, que o transforme em coração de carne, e que possamos entender que a justiça, a misericórdia e a fé são mais importantes que nossa fútil religiosidade.

O que segue a justiça e a beneficência achará a vida, a justiça e a honraProvérbios 21:21

Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartosMateus 5:6

(Porque o fruto do Espírito está em toda a bondade, e justiça e verdade); Efésios 5:9

Filhinhos, ninguém vos engane. Quem pratica justiça é justo, assim como Ele é justo. 1 João 3:7

Deus nos abençoe.

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